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Salário reajustado:
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R$ 0,00 |
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Aumento da Margem:
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+ R$ 0,00 |
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Crédito disponível com a nova margem:
+ R$ 0,00
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Calculadora Reajuste Salarial e Dissídio 2026: INSS e CLT
A Calculadora de Reajuste Salarial e Dissídio 2026 da meutudo é totalmente gratuita e fácil de usar. Ela foi criada para ajudar você a entender, de forma clara, como os reajustes podem impactar o seu salário ou benefício do INSS.
Em poucos cliques, é possível ter uma estimativa atualizada do novo valor, sem precisar lidar com cálculos complexos ou termos difíceis.
A nossa ferramenta é gratuita, rápida, online e em cerca de 2 minutos você consegue simular o reajuste, seja como trabalhador CLT ou beneficiário do INSS. A seguir, confira como utilizá-la.
O que você vai ler neste artigo:
Como usar a calculadora grátis de reajuste salarial
Para usar a usar a calculadora grátis de reajuste salarial, siga as instruções abaixo:
- Informe se você é trabalhador ou beneficiário do INSS
- Informe seu salário atual
- Escolha a origem do aumento salarial
- Escolha o tipo de cálculo
- Clique em “calcular”
Abaixo, confira mais detalhes sobre este passo a passo.
Informe se você é trabalhador ou beneficiário do INSS
Você deve informar se é trabalhador CLT ou beneficiário do INSS, já que essa informação é essencial para que a calculadora identifique qual tipo de reajuste será considerado no cálculo.
Como as regras de correção salarial e de benefícios do INSS seguem critérios diferentes, selecionar a opção correta permite que a estimativa do novo valor seja mais precisa e adequada à sua situação atual. Confira abaixo:

Informe seu salário atual
Aqui, basta preencher o valor que você recebe atualmente, seja como salário CLT ou benefício do INSS.
Esse dado é importante para que a calculadora faça a projeção correta do reajuste e mostre, de forma clara, como o novo valor pode impactar sua renda mensal. Confira abaixo:

Escolha a origem do aumento salarial
Após informar o salário atual, quem selecionar a opção trabalhador deve indicar qual é a origem do aumento salarial: governo/dissídio ou promoção/mérito.
Caso o valor informado seja equivalente a um salário mínimo e a origem do aumento seja governo/dissídio, o cálculo pode ser feito imediatamente ao clicar em “calcular”.
Por outro lado, se o salário for superior ao mínimo ou se o reajuste ocorrer por mérito ou promoção, será necessário continuar o preenchimento da calculadora seguindo os próximos passos. Confira abaixo:

Escolha o tipo de cálculo
Quando o usuário opta por promoção/mérito, é necessário escolher o tipo de cálculo que será utilizado: porcentagem de aumento ou valor de aumento.
Esse campo serve para indicar qual informação você já possui sobre o reajuste salarial, garantindo que a simulação seja feita de forma correta.
A partir dessa definição, a calculadora aplica o dado informado e apresenta uma estimativa mais precisa do novo salário. Confira abaixo:

Clique em “calcular”
Após preencher todos os campos da calculadora, basta clicar em “calcular” para visualizar o resultado da simulação.
Nessa etapa, a ferramenta apresenta o novo valor estimado do salário ou benefício, o impacto do reajuste na margem consignável e o valor de crédito que pode ficar disponível com a nova margem. Confira abaixo:

Confira também: O que é FGTS? Como funciona os valores do Fundo de Garantia?
Como calcular o reajuste salarial?
Calcular o reajuste salarial envolve identificar o salário bruto atual e aplicar o percentual de aumento definido, que pode ter origem em dissídio coletivo, política do governo ou mérito profissional.
De forma geral, o cálculo segue a fórmula abaixo:

E o resultado obtido deve ser somado ao salário vigente para chegar ao novo valor.
Para os beneficiários do INSS, como aposentados e pensionistas, a lógica é semelhante: o reajuste é aplicado sobre o valor do benefício previdenciário e segue os índices definidos anualmente pelo governo, de acordo com o salário mínimo ou com a inflação, conforme o caso.
Saiba mais: O que é INSS? Tudo sobre o Instituto Nacional de Seguro Social
O que é reajuste salarial?
O reajuste salarial é a atualização do valor do salário ou benefício INSS para recompor perdas inflacionárias ou refletir aumentos previstos em lei, acordos coletivos, políticas governamentais ou critérios internos das empresas.
Para trabalhadores CLT, esse reajuste pode ocorrer por meio de dissídio, aumento do salário mínimo ou por mérito e promoção.
Já para os beneficiários do INSS, o reajuste é definido anualmente pelo Governo Federal e tem como objetivo preservar o poder de compra do benefício.
Conheça também: Calculadora de Salário Líquido
Qual o reajuste salarial em 2026?
O reajuste salarial em 2026 já está definido para quem recebe um salário mínimo. O valor do salário mínimo subiu para R$ 1.621,00 em 2026, um aumento de R$ 103,00, equivalente a aproximadamente 6,79%.
Esse reajuste vale tanto para trabalhadores CLT quanto para beneficiários do INSS que recebem o piso nacional.
Já para beneficiários do INSS que recebem acima do salário mínimo, o reajuste não segue esse valor fixo, sendo calculado com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado de 2025, atualmente estimado em 4,66%, percentual que ainda será confirmado oficialmente.
Leia também: Tudo que você precisa saber sobre desconto no salário
Entenda o que é dissídio
Em seu uso mais comum, dissídio é o termo relacionado à data de negociação coletiva de uma categoria de trabalhadores, onde são discutidos os reajustes salariais e outras condições de trabalho.
Já no contexto jurídico, o dissídio é um termo utilizado para se referir a divergências e conflitos entre empregadores e trabalhadores, especialmente no que diz respeito às questões salariais.
Anualmente, as categorias profissionais, representadas por sindicatos, se reúnem para negociar esses reajustes e outras cláusulas da convenção coletiva.
Quando há um acordo entre as partes, o aumento salarial é aplicado a todos os trabalhadores daquela categoria.
Caso não haja um consenso, pode ser que o dissídio acabe sendo julgado pela Justiça do Trabalho, que decide o reajuste a ser aplicado.
Leia mais: O que pode acontecer se eu não contribuir com o sindicato?
Onde encontro o reajuste definido para minha categoria?
Para encontrar o reajuste salarial definido para sua categoria, a primeira fonte que você pode consultar é o sindicato da sua categoria profissional.
Os sindicatos são responsáveis por negociar os reajustes salariais e condições de trabalho. Eles devem divulgar as convenções e acordos coletivos, tanto em seus sites quanto em suas sedes físicas.
Além disso, muitos desses documentos são publicados em diários oficiais ou em sites especializados, como o portal do Ministério do Trabalho e Emprego ou portais de sindicatos de trabalhadores.
Portanto, se você quer saber qual foi o reajuste definido para a sua categoria, basta acompanhar as comunicações do seu sindicato ou consultar no site do MTE.
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Quais os tipos de dissídio?
O dissídio está dividido em três tipos principais:
- Dissídio salarial: envolve o reajuste dos salários de uma categoria. Ocorre quando não há acordo entre sindicatos e empregadores e a Justiça precisa definir o novo valor
- Dissídio coletivo: acontece entre sindicatos e empregadores, abrangendo toda a categoria. Trata de questões como salários, benefícios e condições de trabalho
- Dissídio individual: refere-se a disputas entre um empregado e seu empregador, como demissões, verbas rescisórias ou horas extras não pagas
Entender essas classificações ajuda a identificar a melhor forma de resolver conflitos no ambiente de trabalho, garantindo direitos e deveres para ambas as partes.
Como é feito o cálculo do dissídio?
O dissídio salarial pode ser calculado de três formas: integral, proporcional e retroativo. A forma correta depende da data de admissão do trabalhador e da data em que o reajuste foi definido.
Entender cada cálculo ajuda o trabalhador a conferir se está recebendo corretamente o valor ajustado conforme a convenção coletiva da sua categoria.
Veja abaixo como funciona cada tipo de cálculo com explicações simples e exemplos práticos.
Como calcular o dissídio integral
O dissídio integral é aplicado quando o trabalhador já fazia parte da empresa antes da data-base da categoria. Ou seja, ele tem direito ao reajuste completo, conforme o percentual definido na convenção coletiva.
Para calcular, multiplica-se o salário atual pelo percentual de reajuste. O resultado é somado ao salário antigo, resultando no novo valor.
Por exemplo, Fernanda trabalha como recepcionista e está na empresa desde 2020. A data-base da categoria dela é 1º de março. Em 2026, o reajuste definido foi de 6,79%. O salário atual de Fernanda é de R$ 2.000,00. O cálculo fica assim:
R$ 2.000,00 × 0,0679 = R$ 135,80
R$ 2.000,00 + R$ 135,80 = R$ 2.135,80
Fernanda passa a receber R$ 2.150,00 a partir de março, com reajuste integral.
Como calcular o dissídio proporcional
O dissídio proporcional se aplica quando o trabalhador foi contratado depois da data-base.
Nesse caso, ele tem direito a uma parte do reajuste, calculado proporcionalmente ao número de meses trabalhados até o mês de aplicação do dissídio.
Por ser proporcional, o cálculo é um pouco diferente. Ele segue os seguintes passos:
- Multiplica-se o salário pelo percentual de reajuste
- Multiplica-se o valor obtido pela fração de meses trabalhados (meses ÷ 12)
- Soma-se esse valor ao salário antigo
Por exemplo, Bruno foi contratado em julho de 2025 como auxiliar administrativo. A data-base da categoria é janeiro. O reajuste de 2026 foi de 6,79% e ele trabalhou 6 meses até janeiro. Seu salário é de R$ 2.000,00.
O cálculo de Bruno ficaria assim:
R$ 2.000,00 × 0,0679 = R$ 135,80
R$ 135,80 × (6 ÷ 12) = R$ 135,80 × 0,5 = R$ 67,90
R$ 2.000,00 + R$ 67,90 = R$ 2.067,90
Bruno terá um reajuste proporcional de R$ 67,90 e passará a ganhar R$ 2.067,90.
Como calcular o dissídio retroativo
O dissídio retroativo é usado quando o reajuste só é aprovado após a data-base. Mesmo com o atraso, o trabalhador tem direito a receber a diferença salarial dos meses anteriores, de forma retroativa.
Para calcular:
- Multiplica-se o salário antigo pelo percentual de reajuste para obter a diferença mensal
- Multiplica-se esse valor pelo número de meses entre a data-base e a aprovação do reajuste
Por exemplo, Carla trabalha como operadora de caixa e ganha R$ 2.000,00. A data-base da categoria dela é fevereiro, mas o reajuste só foi definido em maio, com índice de 6,79%.
Portanto, ela tem direito a 3 meses de retroativo. O cálculo fica assim:
R$ 2.000,00 × 0,0679 = R$ 135,80 (diferença mensal)
R$ 135,80 × 3 = R$ 407,40
Carla deverá receber R$ 407,40 como pagamento retroativo, além do novo salário reajustado a partir de maio.
Como entender o cálculo da calculadora online de reajuste salarial?
O cálculo da nossa calculadora online de reajuste salarial foi desenvolvido para atender dois públicos distintos: trabalhadores CLT e beneficiários do INSS.
Por isso, a ferramenta considera regras, percentuais e critérios diferentes conforme o perfil selecionado, garantindo uma estimativa mais alinhada à realidade de cada usuário.
Conheça também: Calculadora de Rescisão de Contrato Trabalhista (CLT)
A seguir, confira mais detalhes e exemplos práticos de cálculo para cada situação.
Para trabalhadores
Para trabalhadores, a nossa calculadora pode ser utilizada em diferentes cenários, conforme o tipo de reajuste recebido.
No caso de quem ganha um salário mínimo, o cálculo é feito automaticamente com a porcentagem fixa de 6,79%, que corresponde ao aumento salarial definido pelo governo para 2026.
Sendo assim, basta inserir o valor do salário mínimo de 2025 (R$ 1.518,00) e clicar em “calcular” para visualizar o novo salário, o impacto no orçamento e a atualização da margem consignável:

Já para trabalhadores que recebem acima do salário mínimo e selecionam a opção promoção/mérito, a ferramenta libera duas formas de cálculo.
Na opção “porcentagem de aumento”, o trabalhador pode informar, por exemplo, um reajuste de 10% para um salário de R$ 2.100,00, e a calculadora mostrará automaticamente o novo salário e o aumento da margem do consignado:

Enquanto na opção “valor de aumento”, o usuário informa um acréscimo fixo, como R$ 400,00, quando a empresa define o reajuste em reais, e a ferramenta faz o cálculo completo com base nesse valor:

Vale ressaltar que o reajuste salarial para trabalhadores com carteira assinada também impacta na margem consignável, ou seja, o valor máximo que pode ser comprometido mensalmente com o Empréstimo consignado CLT.
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Para beneficiários do INSS
Para beneficiários do INSS, a nossa calculadora também foi desenvolvida para facilitar a visualização do reajuste de forma automática e sem cálculos manuais.
Para quem recebe um salário mínimo, o sistema aplica a porcentagem fixa de 6,79%, que corresponde ao aumento do salário mínimo definida pelo governo. Confira abaixo:

Já para aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS que recebem acima de um salário mínimo, o cálculo é feito automaticamente com base no INPC acumulado.
Além de mostrar o novo valor do benefício, a calculadora também apresenta o aumento da margem consignável, permitindo que você utilize esse acréscimo para fazer a pré-contratação do Empréstimo consignado INSS aqui na meutudo, já considerando os valores atualizados para 2026.
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