A profissão de piloto de avião desperta o interesse de muitas pessoas, seja pela possibilidade de altos salários, seja pelo prestígio da carreira.
No entanto, o quanto ganha um piloto de avião pode variar bastante conforme a experiência, o tipo de aeronave operada e a companhia aérea onde trabalha.
Confira os salários médios, os benefícios, as cargas horárias e os passos necessários para se tornar um piloto de avião.
O salário de um piloto de avião no Brasil depende de diversos fatores, apesar de pode variar bastante há uma média geral que pode ser considerada.
Pilotos iniciantes (First Officer) ganham entre R$ 8 mil e R$ 15 mil mensais, especialmente nas companhias domésticas. Com o tempo e a experiência, esses valores aumentam significativamente.
Comandantes experientes, que operam em grandes empresas ou voam aeronaves maiores, podem receber de R$ 30 mil a R$ 50 mil ou mais. Em companhias aéreas internacionais, o valor ultrapassa esses números, chegando a cifras ainda mais altas.
Apesar de haver pisos salariais definidos por sindicatos, o ganho final costuma variar de acordo com:
As horas voadas no mês
O tipo e porte da aeronave
A rota operada (nacional ou internacional)
Políticas internas da companhia.
A seguir, confira em detalhes as médias salariais para diferentes qualificações e áreas que um piloto pode atuar.
Piloto Privado
O Piloto Privado (PP) é a primeira certificação que um aviador pode obter e serve como porta de entrada para carreiras na aviação.
Pilotos privados não são autorizados a receber remuneração por seus serviços de pilotagem, essa licença permite voar apenas em caráter recreativo ou pessoal, sem fins lucrativos.
Isso significa que, mesmo podendo operar aeronaves de pequeno porte, ele não pode exercer a profissão de forma comercial.
Embora não seja uma certificação profissional, um piloto privado pode:
Pilotar aeronaves para uso recreativo ou pessoal
Transportar amigos e familiares sem fins lucrativos
Voar em aeronaves particulares, desde que não receba pagamento pelo serviço
Participar de eventos e competições aéreas
Essa licença é muito procurada por empresários, entusiastas da aviação e pessoas que desejam acumular horas de voo para, posteriormente, obter a certificação de piloto comercial.
Pilotos comerciais (PC) possuem autorização para operar aeronaves de forma remunerada, exceto em voos de transporte aéreo público regular.
Diferente do piloto privado, um piloto comercial tem permissão para trabalhar na aviação profissional e executar funções como:
Atuar em táxi aéreo e transporte executivo
Trabalhar no transporte de cargas e encomendas
Ser copiloto em companhias aéreas (desde que cumpra outros requisitos adicionais)
Realizar voos fretados para empresas e clientes particulares
Ser instrutor de voo (com certificação adicional)
A remuneração total mensal estimada para um piloto comercial é de R$ 13.833,00, com uma média salarial mensal de R$ 10 mil.
Piloto de Linha Aérea
O Piloto de Linha Aérea (PLA) é o nível mais alto na hierarquia da aviação civil. Essa certificação permite que o piloto comande aeronaves de grande porte em companhias aéreas comerciais, transportando passageiros e cargas em rotas nacionais e internacionais.
Esse profissional passa por um rigoroso treinamento e precisa acumular milhares de horas de voo para alcançar esse nível.
Como resultado, a remuneração dos pilotos de linha aérea está entre as mais altas do setor de aviação.
A remuneração desse pode variar bastante conforme fatores como experiência, tipo de aeronave operada e porte da companhia aérea.
No entanto, a média salarial para um piloto de linha aérea regular é de R$ 7.789,05 mensais, com variações entre R$ 7.576,32 e R$ 17.836,59, podendo ultrapassar R$ 30 mil mensais.
O que mais pode afetar o salário de um piloto?
O salário de um piloto de avião no Brasil pode variar conforme a experiência e o porte da empresa onde atua.
Mas importante destacar que o salário do piloto de avião não é composto apenas pelo valor fixo mensal.
Além disso, existem fatores que influenciam a remuneração, como:
Experiência Profissional: pilotos com maior tempo de serviço e horas de voo acumuladas tendem a receber salários mais elevados
Tipo de Aeronave: a operação de aeronaves de grande porte ou modelos específicos pode resultar em remunerações mais altas.
Porte da Empresa: companhias aéreas maiores ou internacionais geralmente oferecem salários mais competitivos
Localização Geográfica: regiões com maior demanda por serviços aéreos ou custo de vida elevado podem influenciar positivamente os salários
É importante ressaltar que os valores mencionados são estimativas e podem variar conforme a política salarial de cada empresa, a demanda do mercado e outros fatores específicos do setor de aviação.
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Quais são os benefícios que um piloto de avião pode receber?
Além do excelente salário do piloto de avião, essa profissão, que está entre as mais bem remuneradas do país, oferece diversos benefícios extras que podem elevar significativamente a renda mensal dos profissionais.
Os benefícios variam conforme a companhia aérea, a experiência do piloto e o tipo de contrato assinado.
Confira os principais benefícios que um piloto de avião pode receber ao longo de sua carreira, a seguir.
Salário base
O salário base é o valor fixo que um piloto recebe mensalmente conforme estipulado em contrato com a companhia aérea. Esse é o pagamento garantido, independentemente das horas de voo ou adicionais.
Quando se fala em quanto ganha um piloto de avião, muitas vezes esse valor não considera os adicionais e bonificações que podem elevar consideravelmente a remuneração final.
Em companhias aéreas de grande porte, o salário base de um copiloto pode variar entre R$ 12 e R$ 25 mil, enquanto o de um comandante pode chegar a R$ 50 mil ou mais, dependendo da experiência e da empresa.
A compensação orgânica é um adicional de 20% sobre o salário base e serve para compensar os efeitos físicos dos voos sobre o corpo do piloto.
Inicialmente, esse benefício era exclusivo para pilotos militares, devido à exposição constante a fusos horários diferentes e variações de pressão.
No entanto, com o tempo, essa compensação foi incorporada por algumas companhias aéreas na aviação civil, garantindo uma remuneração extra para os pilotos civis.
Adicional de hora de voo
Pilotos de avião também recebem uma compensação por cada hora de voo realizada, o valor varia de empresa para empresa, mas a média gira em torno de R$ 100,00 por hora.
Em algumas companhias, esse adicional já está incluído no salário, enquanto em outras ele é pago separadamente, somando-se ao total mensal do piloto.
Esse benefício pode fazer uma grande diferença na remuneração final, especialmente para aqueles que realizam voos de longa duração ou internacionais.
Os pilotos que operam voos durante o período da noite recebem um adicional de 20% sobre o valor da hora diurna.
Esse benefício é aplicado para compensar as dificuldades e o desgaste físico causados pelos voos noturnos, que exigem mais atenção e impactam o relógio biológico do profissional.
Adicional por hora de voos domingo e feriado
Muitas companhias aéreas pagam um adicional para os pilotos que trabalham em domingos e feriados, já que a profissão exige uma escala de trabalho que muitas vezes não segue os padrões comuns de segunda a sexta-feira.
O valor desse adicional pode variar de empresa para empresa, e em alguns casos, pode ser substituído por acordos contratuais diferenciados.
Diárias
A diária de alimentação de um piloto de avião é um valor pago pela companhia aérea para cobrir as despesas com refeições durante as escalas e pernoites fora da base de origem.
Esse benefício garante que o profissional tenha suporte financeiro para alimentação enquanto está em serviço.
Valor fixo por refeição: a maioria das companhias estabelece um valor diário ou por refeição (café da manhã, almoço e jantar)
Variação por destino: os valores podem ser diferentes para voos nacionais e internacionais, pois levam em conta o custo de vida do local
Forma de pagamento: algumas empresas pagam a diária antecipadamente, enquanto outras reembolsam o piloto após a viagem
Inclusão em hotéis: se o piloto estiver em um voo com pernoite, a companhia geralmente cobre as refeições no hotel
Esse benefício faz parte do pacote de remuneração da profissão e complementa o salário dos pilotos.
Os pilotos contratados no regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) têm direito a benefícios trabalhistas como:
13º salário: garantindo um rendimento extra no final do ano.
FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço): que pode ser utilizado para investimentos ou em situações emergenciais
Férias remuneradas: permitindo um período de descanso programado
Antecipação saque-aniversário do FGTS: são elegíveis a modalidade de crédito que permite acesso antecipado a uma parte do saldo disponível
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Quantas horas um piloto trabalha por semana?
A carga de voo mensal de um piloto comercial no Brasil gira em torno de 80 a 90 horas. Isso equivale a cerca de 20 a 25 horas de voo por semana.
No entanto, a jornada de trabalho vai além do tempo no ar. É preciso incluir o tempo gasto com preparação, briefings, deslocamento, inspeções pré-voo e períodos de espera em aeroportos.
Essas atividades podem levar a uma jornada diária de até 14 horas, ultrapassando facilmente as 40 horas semanais de trabalho.
A legislação brasileira, por meio da Lei nº 13.475/2017, limita o tempo de voo mensal e define regras para escalas e folgas.
Em geral, os pilotos atuam em escalas que incluem cerca de 22 dias de trabalho e 8 dias de folga por mês. Porém, a rotina é altamente variável, com horários não fixos e alterações frequentes conforme o tipo de operação aérea.
Para ingressar na aviação, o candidato precisa obter a formação necessária e cumprir os requisitos exigidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e seguir um processo rigoroso de formação e certificação, começando pela obtenção da carteira de Piloto Privado (PP).
Os requisitos básicos para iniciar a formação incluem idade mínima de 18 anos, ensino médio completo e aprovação em exames médicos específicos, realizados por clínicas credenciadas pela ANAC.
Antes de iniciar qualquer curso de pilotagem, é obrigatório obter o Certificado Médico Aeronáutico (CMA), que atesta a aptidão física e mental do candidato para operar aeronaves.
Este exame é realizado por clínicas credenciadas pela ANAC e avalia aspectos como visão, audição, capacidade psicológica, neurológica e cardiológica. A validade do CMA varia conforme a classe e a idade do piloto.
Existem duas principais formas de se tornar piloto:
Piloto Civil
Realizar um curso de Piloto Privado em uma escola homologada pela ANAC
Obter a licença de Piloto Comercial para voar profissionalmente
Acumular experiência e avançar na carreira até alcançar patamares mais altos
Piloto Militar
Ingressar na Força Aérea Brasileira (FAB) por meio da Academia da Força Aérea
Após anos de serviço, pode fazer a transição para a aviação civil
Ambos os caminhos exigem horas de voo mínimas e certificações específicas para operar diferentes aeronaves
Após obter a licença de Piloto Privado, o candidato pode avançar para a carteira de Piloto Comercial (PC), obrigatória para quem deseja trabalhar profissionalmente na aviação civil.
Esse processo envolve a realização de um curso teórico e prático em escolas homologadas, além do cumprimento de um mínimo de 150 horas de voo para a certificação comercial.
Durante a formação, os aspirantes a piloto aprendem sobre navegação aérea, meteorologia, regulamentos de tráfego, mecânica de voo, segurança operacional e procedimentos de emergência.
Dependendo da área de atuação, pode ser necessário obter licenças adicionais, como Piloto de Linha Aérea (PLA), exigida para comandantes de grandes aeronaves comerciais.
Além da experiência prática, a fluência em inglês é um fator importante para pilotos que desejam atuar em rotas internacionais, sendo obrigatória a certificação de proficiência linguística da ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional).
Para ser piloto, preciso de licença?
Sim, para atuar como piloto é indispensável possuir as licenças e certificações adequadas. Além do CMA, que é um pré-requisito para iniciar a formação, existem diferentes licenças que permitem ao piloto operar aeronaves em distintas capacidades:
Licença de Piloto Privado (PP): autoriza a pilotagem de aeronaves sem fins lucrativos
Licença de Piloto Comercial (PC): permite a atuação profissional remunerada na aviação
Licença de Piloto de Linha Aérea (PLA): habilita o piloto a comandar aeronaves de grande porte em voos comerciais regulares
Cada uma dessas licenças possui requisitos específicos de formação, experiência e exames, todos regulamentados pela ANAC.
A profissão de piloto de avião exige qualificação, experiência einvestimento, mas oferece boas remunerações e amplas oportunidades de crescimento.
Com diferentes caminhos na aviação comercial, executiva e de cargas, os profissionais podem construir uma carreira estável e promissora.
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FAQ
Perguntas frequentes
Quais são os requisitos para se tornar um piloto de avião?
Para se tornar piloto de avião no Brasil, é necessário ter pelo menos 18 anos, ensino médio completo e obter o Certificado Médico Aeronáutico (CMA). Além disso, deve-se concluir cursos teóricos e práticos de aviação, acumulando as horas de voo exigidas pela ANAC.
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Quais são os custos para obter uma formação como piloto de avião?
A formação completa para piloto de avião pode custar entre R$ 120.000,00 e R$ 200.000,00, dependendo da escola de aviação e das horas de voo necessárias.
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Quantos ganha um piloto de avião em início de carreira?
Pilotos iniciantes no Brasil têm salários que variam entre R$ 6.846,00 e R$ 14.050,00 por mês, conforme a companhia aérea e o tipo de aeronave operada.
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A jornada de trabalho do piloto inclui folgas regulares?
Sim, a jornada de trabalho dos pilotos de avião inclui folgas regulares. De acordo com a legislação brasileira, os pilotos têm direito a um mínimo de 10 folgas mensais, garantindo períodos adequados de descanso.
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Aline Magalhães
Aline Magalhães é graduada em Psicologia e Gestão de Recursos Humanos. Atua na meutudo desde 2024, onde começou no mercado financeiro como Agente de Operações nos produtos de Empréstimo Consignado CLT, Saque-Aniversário, Empréstimo Consignado INSS e cartões. Hoje, está na área de marketing no time de conteúdo, escrevendo artigos sobre educação financeira, benefícios e trabalhistas. Adora ouvir música, ler e assistir séries. É apaixonada por boas narrativas e acredita no poder transformador das histórias.
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