Tendinite aposenta? Entenda os direitos e as regras do INSS

benefíciosINSS
10 min leitura
Salve este artigo para ler
ou continuar depois.
10 min leitura
Salve este artigo para ler
ou continuar depois.
Publicação:

Se você convive com tendinite e percebe que as dores começaram a limitar sua rotina ou suas atividades profissionais, é natural buscar informações sobre seus direitos.

A dúvida sobre se tendinite aposenta aparece principalmente entre pessoas que enfrentam sintomas persistentes e precisam entender como o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) avalia esses casos.

A seguir, você vai descobrir quando a tendinite pode dar direito à aposentadoria e quais são os caminhos disponíveis pelo INSS. 

Confira as melhores soluções
meutudo para você
Produto Taxa a partir de Pagamento
Antecipação Saque-aniversário 1,79% a.m antecipe a partir de R$50
Consignado Privado CLT 1,89% a.m. parcelamento em até 96x
Simular

Quem tem tendinite pode se aposentar?

Sim, se você tem tendinite pode se aposentar por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez), mas a perícia médica do INSS precisa comprovar que a doença causa uma incapacidade total e permanente para qualquer atividade profissional

Casos leves ou moderados, com boa resposta ao tratamento, normalmente não geram aposentadoria, mas podem dar direito a outros benefícios do INSS, como auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) ou auxílio-acidente.

Qual tipo de tendinite dá direito à aposentadoria pelo INSS?

Não existe um tipo de tendinite que dá direito automático à aposentadoria pelo INSS. O que determina a concessão do benefício é a incapacidade causada pela doença, e não o nome ou a região do corpo afetada. 

Normalmente, tendinites crônicas, graves ou relacionadas a LER (Lesão por Esforço Repetitivo) e DORT (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho) têm mais chances de levar à aposentadoria quando provocam incapacidade total e permanente para o trabalho, sem possibilidade de reabilitação para outra função.

A seguir, confira como o INSS avalia duas das condições que mais geram dúvidas entre quem busca informações sobre aposentadoria.

Bursite e tendinite no ombro aposenta pelo INSS?

Sim, bursite e tendinite no ombro podem dar direito à aposentadoria por incapacidade permanente, desde que a perícia médica INSS comprove que a doença impede você de exercer qualquer atividade profissional e não exista possibilidade de reabilitação para outra função.

Em geral, isso acontece em casos de tendinopatia do manguito rotador, tendinite do bíceps ou do supraespinhal que se tornam crônicos, comprometem significativamente os movimentos do ombro e não apresentam melhora mesmo após tratamentos, incluindo cirurgia. 

Já os casos leves ou moderados, com boa resposta à fisioterapia, medicamentos ou outros tratamentos, tendem a gerar apenas o auxílio por incapacidade temporária ou o auxílio-acidente.

Bursite e tendinite no quadril aposentam pelo INSS?

Sim, bursite e tendinite no quadril podem dar direito à aposentadoria por incapacidade permanente

A bursite trocantérica é uma inflamação da bursa localizada na lateral do quadril, enquanto a tendinite acomete os tendões de músculos como o glúteo médio e o glúteo mínimo

Apesar dessa diferença, o INSS avalia ambas da mesma forma: pelo grau de incapacidade que provocam, e não pelo diagnóstico em si. 

Em profissões que exigem sobrecarga constante do quadril, como pedreiro, auxiliar de serviços gerais, entregador e personal trainer, é mais comum que a doença esteja relacionada ao trabalho, desde que fique comprovado que as atividades exercidas desencadearam ou agravaram o problema.

A aposentadoria, porém, só costuma ser concedida quando a dor e a limitação dos movimentos se tornam crônicas, impedem qualquer atividade profissional e não existe possibilidade de reabilitação para outra função

Saiba mais: Reabilitação profissional do INSS pode se aposentar?

Para saber mais sobre aposentadoria por tendinite e outros direitos previdenciários, participe do nosso Canal do WhatsApp e acompanhe nossos conteúdos em primeira mão.

Tendinite dá direito a quais benefícios do INSS?

A tendinite pode dar direito ao benefício por incapacidade temporária, à aposentadoria por incapacidade permanente, ao auxílio-acidente e, em alguns casos, à aposentadoria da pessoa com deficiência, desde que você cumpra os requisitos exigidos pelo INSS.

Entenda como funciona cada um deles:

  • Benefício por incapacidade temporária: é destinado a quem precisa se afastar do trabalho por um período devido à tendinite e apresenta incapacidade temporária comprovada pela perícia médica do INSS
  • Aposentadoria por incapacidade permanente: pode ser concedida quando a perícia conclui que a tendinite causa incapacidade total e permanente para qualquer atividade profissional, sem possibilidade de reabilitação para outra função
  • Auxílio-acidente: é um benefício indenizatório pago quando a tendinite deixa sequelas permanentes que reduzem sua capacidade para o trabalho, mesmo que você consiga continuar exercendo uma atividade profissional
  • Aposentadoria da pessoa com deficiência: pode ser uma opção quando a tendinite faz parte de uma condição que resulte em deficiência de longo prazo, desde que você atenda aos critérios previstos em lei e ao tempo mínimo de contribuição exigido para essa modalidade

Quer entender melhor as regras para aposentadoria do INSS? Assista ao vídeo abaixo:

Quando a tendinite é considerada doença ocupacional pelo INSS?

A tendinite é considerada uma doença ocupacional pelo INSS quando existe nexo causal entre a condição de saúde e o trabalho exercido, ou seja, quando fica comprovado que as atividades profissionais contribuíram para o surgimento ou agravamento da inflamação. 

Essa relação pode ser demonstrada por meio de exames, laudos médicos e outros documentos que indiquem o impacto da rotina de trabalho na doença. 

Casos assim são mais comuns em atividades que envolvem movimentos repetitivos, esforço físico contínuo ou posturas inadequadas por longos períodos, podendo a tendinite ser enquadrada como LER ou DORT.

A relação entre tendinite e atividade profissional pode impactar diretamente a capacidade de continuar trabalhando. 

Um estudo brasileiro chamado Afecção do tendão supra-espinal e afastamento laboralidentificou que 55% dos participantes estavam afastados da atividade laboral.

O resultado mostra como problemas nos tendões podem comprometer a rotina profissional, principalmente em atividades com maior sobrecarga física.

Saiba mais: Qual aposentadoria é mais vantajosa: idade ou invalidez?

Como funciona a perícia médica do INSS para tendinite?

A perícia médica do INSS para tendinite funciona como uma avaliação para verificar se a inflamação do tendão causa uma incapacidade temporária ou permanente para o trabalho e, consequentemente, se você tem direito a algum benefício previdenciário.

Durante o atendimento, o perito não analisa apenas o diagnóstico, mas também o impacto da dor e da limitação de movimentos na sua rotina profissional, além da possibilidade de recuperação ou reabilitação.

Quais documentos comprovam a incapacidade por tendinite no INSS?

Os documentos que comprovam a incapacidade por tendinite no INSS incluem laudos médicos detalhados e atualizados, exames de imagem, atestados médicos com o histórico de tratamento e registros relacionados à doença ocupacional

Confira mais detalhes abaixo: 

  • Laudos médicos detalhados e atualizados: devem informar o diagnóstico, o Código Internacional de Doenças (CID), os sintomas, as limitações causadas pela tendinite e o tratamento recomendado
  • Exames de imagem: ultrassonografia e ressonância magnética são os exames mais utilizados para confirmar a inflamação, rupturas e outras alterações nos tendões
  • Atestados médicos e histórico de tratamento: receitas, relatórios de consultas, sessões de fisioterapia, uso de medicamentos e outros registros ajudam a demonstrar a evolução da doença e a comprovar que a incapacidade persiste mesmo com o tratamento
  • Registros relacionados à doença ocupacional: se a tendinite estiver relacionada ao trabalho, apresente a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), quando houver, além de laudos, exames e outras provas que demonstrem que a atividade profissional desencadeou ou agravou a doença

O que fazer se o benefício por tendinite for negado pelo INSS?

Se o benefício por tendinite for negado pelo INSS, você pode apresentar um recurso administrativo para contestar a decisão e anexar novos documentos, como laudos médicos, exames e relatórios que reforcem a existência da incapacidade. 

Esse recurso no INSS pode ser feito em até 30 dias após você tomar ciência da negativa

Caso o pedido também seja recusado nessa etapa, existe a possibilidade de buscar a via judicial com o apoio de um advogado previdenciário

Em muitas situações, o segurado começa recebendo o benefício por incapacidade temporária e, com a piora do quadro e a comprovação da incapacidade permanente, pode conseguir a conversão para aposentadoria por incapacidade permanente.

Se aposentou e precisa de mais renda? Conheça uma alternativa

Se você se aposentou e precisa de mais renda, o Empréstimo Consignado INSS pode ser uma alternativa para organizar as finanças ou tirar seus planos do papel

No entanto, se a sua aposentadoria do INSS foi concedida recentemente, o benefício fica bloqueado para empréstimos durante os primeiros 90 dias (3 meses), seguindo a regra de segurança do governo. 

Aqui na meutudo, a gente oferece essa modalidade exclusivamente para aposentados e pensionistas do INSS, incluindo os que estão com nome negativado.

Para contratar, é necessário ter margem consignável disponível e o benefício desbloqueado para empréstimo pelo Meu INSS

Atendendo a esses requisitos, você faz toda a solicitação pelo nosso aplicativo, de forma 100% digital e segura, com parcelas descontadas diretamente do benefício

Além disso, você conta com vantagens como:

  • Valores liberados a partir de R$ 100,00
  • Prazo de pagamento de até 108 meses
  • Taxas de juros personalizadas, de acordo com o seu perfil financeiro
  • Dinheiro na sua conta entre 10 minutos e 24 horas úteis após a aprovação

Depois de enviar a solicitação pela nossa plataforma, basta acessar o aplicativo Meu INSS e confirmar a operação em até 5 dias corridos por meio da biometria facial. 

Esse procedimento, chamado de anuência do INSS, é obrigatório para validar a contratação e permitir a liberação do dinheiro.

Para conferir as condições especiais que preparamos para você, simule seu Empréstimo Consignado INSS agora:

Simule grátis seu empréstimo consignado INSS *
De quanto você precisa?
Qual a sua idade?
Em quantas vezes deseja parcelar?

* Contratação sujeita a análise. Os valores aqui presentes podem variar durante a contratação.

**Ao clicar em "Quero um empréstimo", você também aceita receber gratuitamente conteúdos sobre o assunto.

Plataforma segura

Saiba nossa melhor taxa

Preencha o simulador e veja as melhores taxas que preparamos para você.

Preencha as informações

* Contratação sujeita a análise. Os valores aqui presentes podem variar durante a contratação.

**Ao clicar em "Quero um empréstimo", você também aceita receber gratuitamente conteúdos sobre o assunto.

Plataforma segura

Isto foi útil?
Obrigado por avaliar!
Simule grátis seu empréstimo consignado INSS *
De quanto você precisa?
Em quantas vezes deseja parcelar?

* Contratação sujeita a análise. Os valores aqui presentes podem variar durante a contratação.

**Ao clicar em "Quero um empréstimo", você também aceita receber gratuitamente conteúdos sobre o assunto.

Plataforma segura

Saiba nossa melhor taxa

Preencha o simulador e veja as melhores taxas que preparamos para você.

Preencha as informações

* Contratação sujeita a análise. Os valores aqui presentes podem variar durante a contratação.

**Ao clicar em "Quero um empréstimo", você também aceita receber gratuitamente conteúdos sobre o assunto.

Plataforma segura

Isto foi útil?
Obrigado por avaliar!

Se as nossas condições fazem sentido para você, baixe o aplicativo meutudo, realize seu cadastro e inicie a contratação em poucos minutos.

Confira como é fácil fazer seu cadastro:

Com o cadastro feito, você pode contar com o nosso Empréstimo Consignado INSS como uma alternativa para complementar sua renda após a aposentadoria

Assim, terá mais uma opção para organizar sua vida financeira e lidar com os novos desafios que podem surgir após uma mudança na sua capacidade de trabalho.

Para continuar acompanhando conteúdos sobre aposentadoria por tendinite, cadastre-se gratuitamente no formulário e receba as principais atualizações diretamente no seu e-mail.

Isto foi útil?
Obrigado por avaliar!
Ainda tem dúvidas?

FAQ

Perguntas frequentes

Como é o laudo de tendinite?

O laudo de tendinite pode ser um exame de imagem, como ultrassom ou ressonância magnética, que identifica alterações no tendão, ou um relatório médico feito pelo ortopedista com informações sobre sintomas, limitações de movimento, grau da lesão e impacto da condição na sua rotina.
Ainda tem dúvidas?

Como saber se minha tendinite é grave?

Para saber se sua tendinite é grave, observe sinais como dor intensa que não melhora, perda significativa de força, inchaço com calor ou vermelhidão, estalos ao movimentar a região e sintomas que persistem mesmo após o tratamento. Em casos mais graves, a condição pode evoluir para um quadro crônico.
Ainda tem dúvidas?

Quem tem tendinite crônica pode pedir mudança de função na empresa?

Sim, se você tem tendinite crônica pode pedir mudança de função na empresa. Essa medida é chamada de readaptação funcional e busca preservar sua saúde quando as atividades exercidas podem agravar a lesão ou impedir a continuidade no cargo atual.
Ainda tem dúvidas?

Preciso ter quantas contribuições ao INSS para pedir auxílio por tendinite?

Você precisa ter, em regra, 12 contribuições ao INSS para solicitar o auxílio por incapacidade temporária por tendinite. Porém, se a doença for relacionada ao trabalho, como nos casos de LER/DORT, a carência pode ser dispensada, desde que você mantenha a qualidade de segurado.
Ainda tem dúvidas?

Qual é o valor da aposentadoria por invalidez causada por tendinite?

O valor da aposentadoria por incapacidade permanente por tendinite depende da origem da doença. Em casos comuns, o cálculo considera 60% da média dos salários de contribuição, com acréscimo de 2% ao ano excedente. Se for doença ocupacional, o benefício pode corresponder a 100% da média.
Ainda tem dúvidas?

Carlos Lisboa Carlos Lisboa

Carlos Lisboa é publicitário e integra o time de Aquisição Orgânica da meutudo desde 2023, produzindo principalmente conteúdos sobre finanças, benefícios e educação financeira. Natural de Sergipe, ele combina seu domínio em copywriting, SEO e técnicas de storytelling para criar textos envolventes e informativos. Fora do trabalho, Carlos é apaixonado por música e adora uma boa conversa com os amigos.

1021 artigos escritos