Dados mostram juros de dívidas e soluções para trabalhadores

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A realidade financeira dos trabalhadores brasileiros tem sido marcada por altos juros, parcelas pesadas e a necessidade urgente de soluções para reorganizar o orçamento, como mostra a pesquisa Data tudo, feita aqui no blog meutudo.

E se você enfrenta dificuldades para equilibrar as contas, busca entender melhor o cenário das dívidas no país e quer conhecer caminhos mais inteligentes para sair do aperto, este artigo tem as informações que você precisa.

Aqui, você vai encontrar uma análise completa dos tipos de dívidas mais comuns entre os trabalhadores, os impactos das altas taxas de juros no dia a dia, as principais soluções que têm ajudado na hora de aliviar o orçamento.

Além disso, vai entender como ferramentas como o Trocador de Dívidas podem fazer diferença na sua vida financeira. Continue a leitura!

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Quais as principais dívidas de empréstimos dos trabalhadores?

Os empréstimos fazem parte da rotina de muitos brasileiros, seja para cobrir emergências, seja para realizar sonhos. 

Os dados da pesquisa Datatudo mostram que 52% da população trabalhadora possui empréstimo pessoal, aquele tradicional oferecido por bancos e financeiras. 

20% optou pelo novo modelo de Consignado privado, conhecido como Crédito do Trabalhador, que traz algumas vantagens em relação ao antigo. 

16% ainda têm o consignado no modelo anterior, enquanto 12% carregam outros tipos de dívidas, como financiamentos e cartões de crédito parcelados. 

Essa diversidade de débitos impacta diretamente o orçamento mensal e exige atenção redobrada.

Gráfico mostra que 52% dos brasileiros possuem empréstimo pessoal ativo, segundo pesquisa do meutudo em junho de 2025. Outros 20% têm crédito consignado no modelo novo, 16% no modelo antigo e 12% possuem outros tipos de empréstimos. O estudo destaca a prevalência do empréstimo pessoal como a modalidade mais comum entre os participantes.

Taxas altas e orçamento apertado ainda são realidade

Quando o assunto são as taxas de juros, os números assustam e mostram o quanto é difícil equilibrar as contas. O cenário de juros elevados faz com que parcelas fiquem pesadas e, muitas vezes, comprometedoras.

Juros de até 4% e parcelas pesadas impactam o dia a dia

Os dados revelam que 72% das pessoas entrevistadas pagam até 4% de juros ao mês em seus empréstimos, o que já representa um custo considerável no longo prazo. 

Outras 19% arcam com juros que variam entre 4% e 8%. O quadro mais preocupante está nos 9% que pagam mais de 8% ao mês, índice que torna a dívida quase impagável e pressiona ainda mais o orçamento.

Gráfico de pizza revela que 72% dos brasileiros pagam até 4% ao mês de juros em empréstimos, segundo pesquisa do meutudo de junho de 2025. Outros 19% pagam juros entre 4% e 8%, enquanto 9% enfrentam taxas acima de 8% ao mês, o que dificulta o pagamento das dívidas.

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Maioria quer reduzir custos e aliviar a renda

A preocupação em reduzir custos e aliviar a renda mensal tem ganhado força entre os trabalhadores, que convivem com parcelas pesadas e taxas elevadas. 

A pesquisa mostrou que 77% das pessoas desejam buscar alternativas para diminuir os gastos fixos, seja renegociando dívidas, mudando hábitos de consumo ou buscando crédito mais barato. 

Essa motivação se justifica: quando as prestações de empréstimos consomem uma parte expressiva do salário, sobra pouco para despesas básicas, lazer ou até emergências inesperadas.

Por outro lado, 23% afirmaram não ter intenção de reduzir custos agora, o que pode ser explicado por já estarem com contratos quitados ou por ainda não perceberem o impacto total da dívida no orçamento

Mesmo assim, o dado majoritário evidencia uma insatisfação clara com as condições atuais do crédito, reforçando a urgência de soluções como a portabilidade de empréstimos, que permitem à população trabalhadora trocar dívidas caras por opções mais vantajosas.

Gráfico de pizza mostra que 77% dos brasileiros querem reduzir os juros dos empréstimos atuais para aliviar o orçamento, segundo pesquisa do meutudo de junho de 2025. Apenas 23% não têm interesse em diminuir os custos da dívida.

Vale destacar que reduzir custos vai muito além de cortar despesas: envolve repensar o planejamento financeiro, priorizar gastos essenciais e até reservar uma pequena quantia para imprevistos. 

Essa reestruturação do orçamento é essencial para retomar o controle financeiro e recuperar a tranquilidade no dia a dia.

Leia também: Como funciona o perdão de dívida?

Portabilidade com troco se destaca como solução viável

Com as altas taxas e o orçamento cada vez mais apertado, a busca por soluções se intensifica. A Portabilidade consignado CLT com troco aparece como uma alternativa atrativa para quem deseja reorganizar as finanças e ainda obter um valor extra.

Esse tipo de portabilidade permite transferir a dívida para outra instituição, geralmente com taxas melhores, e ainda receber um dinheiro adicional no ato da contratação.

63% já conhecem essa opção

De acordo com a pesquisa, 63% afirmam conhecer a portabilidade, demonstrando que a informação tem circulado cada vez mais, seja através de campanhas de bancos, seja em conteúdos digitais e orientações de educação financeira

Isso mostra que, aos poucos, o recurso está deixando de ser um benefício restrito a poucos para se tornar acessível a quem busca mais autonomia na hora de reorganizar as finanças.

Por outro lado, 37% ainda não conhecem ou não entendem bem como funciona a portabilidade com troco, o que indica que há espaço para mais educação e divulgação sobre o tema. 

O desconhecimento pode gerar medo de trocar dívidas e perder benefícios, o que reforça a importância de conteúdos claros e confiáveis para explicar como o processo funciona e quais garantias ele oferece.

Gráfico circular indica que 63% dos brasileiros conhecem a portabilidade de empréstimo consignado com troco, segundo pesquisa do meutudo de junho de 2025. Já 37% ainda não sabem ou não entendem como o processo funciona.

Receber um valor extra é prioridade para muitos

Quando se fala em portabilidade com troco, não é só a taxa de juros que importa. Para 52% das pessoas, o grande atrativo desse tipo de operação é receber um valor extra ao migrar a dívida.

Esse dinheiro extra pode ser destinado ao pagamento de contas atrasadas, emergências médicas ou até para realizar projetos pessoais e trazer fôlego para quem vive no limite mês após mês.

Outros pontos também pesam na decisão: 35% das pessoas priorizam taxas e condições do novo contrato, buscando reduzir o custo total da dívida. 

10% se preocupam mais com a segurança e a credibilidade da instituição financeira, pois temem fraudes ou promessas enganosas. 

Por fim, 4% apontam a burocracia e o processo em si como fator relevante, preferindo operações simples e ágeis para não perder tempo nem se frustrar.

Gráfico de barras mostra que 52% dos brasileiros consideram receber um valor extra o principal atrativo ao fazer portabilidade de consignado, segundo pesquisa do meutudo em junho de 2025. Para 35%, taxas e condições são prioridade, 10% priorizam segurança e confiabilidade, e apenas 4% se preocupam com a burocracia do processo.

78% fariam portabilidade se isso reduzisse a taxa

A oportunidade de trocar a dívida por outra com condições melhores atrai boa parte da população trabalhadora. Segundo o levantamento, 78% afirmam que fariam a portabilidade se a nova proposta incluísse redução de juros e a liberação de um troco

Esse interesse demonstra a insatisfação com as atuais condições de crédito, além da busca por soluções práticas que gerem alívio imediato no orçamento.

Ainda assim, 22% disseram que não fariam a portabilidade, seja por falta de informação, medo de mudanças no contrato ou receio de custos adicionais. 

Esse dado destaca a importância de campanhas de educação financeira para explicar, de forma simples e clara, como funciona a portabilidade, quais taxas podem ser cobradas e quais direitos o consumidor tem. 

Quanto mais o trabalhador entender as regras do jogo, maior a chance de tomar decisões conscientes, evitando armadilhas e garantindo uma vida financeira mais tranquila.

Confira também: Quer vender sua dívida de Empréstimo consignado? Saiba como

Maioria precisa equilibrar as dívidas urgente

Com juros altos e renda comprometida, muitas pessoas se veem obrigadas a priorizar o pagamento das dívidas em detrimento de outras necessidades do dia a dia, como alimentação, saúde ou educação. 

Essa realidade escancara a urgência de medidas para equilibrar as finanças e retomar o controle do orçamento familiar, evitando um efeito dominó de inadimplência e estresse emocional.

Buscar soluções rápidas e viáveis para reorganizar as dívidas não é apenas uma questão de planejamento, mas de sobrevivência para milhares de lares que dependem de cada centavo para manter a dignidade e a segurança financeira.

56% dizem que a dívida atual compromete o orçamento

Os números revelam que 56% das pessoas que participaram da pesquisa afirmam que a dívida atual já compromete o orçamento mensal, tornando difícil arcar até mesmo com despesas básicas. 

Essa condição faz com que a cada mês surjam novos atrasos, alimentando um ciclo de endividamento que se torna cada vez mais difícil de quebrar.

Por outro lado, 44% ainda conseguem manter as contas equilibradas, mas à custa de cortes drásticos e sacrifícios que afetam a qualidade de vida

Muitos acabam abrindo mão de lazer, cuidados de saúde ou investimentos na própria carreira para não atrasar parcelas de empréstimos. 

Isso mostra como a dívida não impacta apenas o bolso, mas também o bem-estar e a perspectiva de futuro do trabalhador.

Gráfico de pizza mostra que 56% dos brasileiros afirmam que a dívida compromete o orçamento mensal, dificultando o pagamento de despesas e aumentando o risco de inadimplência, segundo pesquisa do meutudo em junho de 2025. Já 44% dizem que conseguem manter as contas em dia, mesmo com cortes.

52% querem resolver as pendências imediatamente

O senso de urgência para sair do sufoco financeiro fica evidente nos dados: 52% querem resolver suas pendências imediatamente, seja quitando a dívida ou migrando para um contrato mais vantajoso. 

Outros 16% pretendem fazer isso nos próximos três meses, 12% planejam dentro de seis meses, 9% projetam ajustes para daqui a um ano e 12% ainda não definiram quando irão agir.

É fácil perceber que, para a maioria, não dá mais para adiar a solução. O peso das dívidas afeta a rotina, o sono e até as relações familiares, criando um clima de insegurança permanente. 

Por isso, soluções acessíveis, seguras e com menos burocracia são tão valorizadas — quanto mais rápido e fácil for trocar dívidas caras por contratos melhores, maior a chance de aliviar o orçamento e devolver a paz a quem trabalha.

Gráfico de barras mostra que 52% dos brasileiros querem resolver dívidas imediatamente, segundo pesquisa do meutudo em junho de 2025. Outros 16% planejam quitar em até 3 meses, 12% em 6 meses, 9% em 1 ano e 12% ainda não definiram data para quitar as dívidas.

Trocar dívidas pode melhorar o bem-estar financeiro

Diante desse cenário, a troca de dívidas surge como um caminho estratégico para reequilibrar o orçamento. 

O Trocador de Dívidas aqui da meutudo, por exemplo, é uma ferramenta que facilita o processo de migração de empréstimos caros para contratos mais vantajosos. 

E essa troca é muito simples: você responde algumas perguntas, e a gente analisa as respostas para encontrar a melhor forma de transformar suas finanças. 

Para começar a interação como o nosso Trocador de Dívidas, acesse esse link e clique em “começar agora mesmo“, como indicado na imagem abaixo:

Etapa 1

Então, o Trocador de Dívidas irá perguntar alguns dados básicos, começando pelo seu nome (que não precisa ser o completo, apenas o primeiro).

Etapa 2

Depois, precisamos entender a sua atual situação.

Essas respostas são muito importantes para que a ferramenta identifique onde você tem oportunidades de crédito mais barato, para baixar os juros da sua dívida mais cara.

Por exemplo, a atual ocupação:

Etapa 3

E, claro, a dívida que lhe incomoda:

Etapa 3 E assim, seguirá uma série de perguntas para entender o tipo da sua dívida, o quão atrasada ela está, o valor atual, se houve parcelamento ou não, entre outras informações importantes.

Depois de entender do que se trata a sua dívida, a ferramenta irá retornar com a melhor opção de crédito para o seu perfil. Ou seja, modalidades com juros mais baixos.

Etapa 4

Na prática, são opções disponíveis para simular e, se liberadas, contratar, de acordo com o valor liberado.

Assim que esse valor cair na conta, você quita a dívida mais cara, ficando apenas com o valor do novo crédito adquirido, com juros mais baixos que o anterior.

Além disso, é uma solução indicada para quitar dívidas negativadas, também.

Essa solução digital é segura e ajuda a tornar o seu planejamento financeiro mais eficiente, garantindo mais tranquilidade no dia a dia.

Trocar dívidas nunca foi tão fácil e agora você pode fazer tudo isso sem sair de casa aqui pela meutudo!

Confira: Como trocar dívida cara por uma mais barata?

Ao longo deste artigo, vimos como o cenário das dívidas dos trabalhadores brasileiros é desafiador, com juros elevados e grande impacto no orçamento familiar. 

As soluções como a Portabilidade com troco e o uso de ferramentas como o Trocador de Dívidas da meutudo podem ser a saída para quem quer reorganizar as finanças e voltar a respirar aliviado. 

Se este conteúdo ajudou você a entender melhor o tema e buscar alternativas, inscreva-se gratuitamente neste formulário e receba mais dicas valiosas para o seu bolso!

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Fábela Quintiliano Fábela Quintiliano

Fábela Quintiliano é formada em Letras e atua na meutudo desde 2021. Já passou pelas áreas de análise e liderança em Customer Experience, onde desenvolveu experiência em crédito consignado. Hoje, integra o time de SEO & Conteúdo como redatora, produzindo textos sobre crédito, finanças do cotidiano e organização financeira. Também colabora na pesquisa, desenvolvimento e revisão de notícias em destaque. Apaixonada por gatos, viagens e crochê, transforma os momentos livres em inspiração e arte.

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