Em 2025, muitos brasileiros perceberam mudanças no seu poder de compra no supermercado, comprando menos itens do que no ano passado.
Segundo uma pesquisa Datatudo, realizada com leitores do nosso blog, a inflação e a alta de preços impactaram diferentes perfis de consumidores, como trabalhadores CLT, autônomos e informais.
Entender essas mudanças ajuda a planejar melhor o orçamento e a lidar com os desafios do dia a dia, garantindo compras mais conscientes e evitando surpresas no final do mês.
Confira a seguir como a cesta básica, os tipos de produtos e o planejamento de gastos influenciam seu bolso.
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O que você vai ler neste artigo:
O que é poder de compra?
O poder de compra é a capacidade que uma pessoa tem de adquirir bens e serviços com sua renda disponível.
Quando os preços aumentam e os salários não acompanham a inflação, o poder de compra diminui, fazendo com que seja necessário ajustar a quantidade ou a qualidade dos produtos comprados.
Para entender essa variação e como ela afeta suas compras diárias, você pode usar a nossa calculadora de inflação. Essa ferramenta permite calcular a variação de preços entre duas datas para entender como a inflação impactou no seu orçamento.
O que a pesquisa revela sobre o consumo no supermercado?
A pesquisa realizada com os leitores do blog meutudo mostra que 58% das pessoas estão comprando menos itens em 2025.
Entre os motivos, estão aumento de preços e redução de renda, refletindo diretamente no planejamento das compras mensais.
58% compram menos itens que no ano passado
A pesquisa mostra que, em 2025, 58% dos entrevistados perceberam uma redução no poder de compra, comprando menos itens no supermercado.
Apenas 19% conseguiram aumentar a quantidade de produtos, enquanto 23% mantiveram o mesmo padrão de compras, indicando estabilidade relativa no orçamento familiar.

Comparando com 2024, houve uma leve melhora, já que naquele ano 62% compravam menos itens, mostrando que pequenas melhorias na renda ou nos preços podem refletir diretamente nas decisões de consumo.

Motivos para a redução nas compras
Entre aqueles que compram menos itens no supermercado, 49% apontam que a principal razão é receber menos renda, enquanto 32% mencionam o aumento dos preços dos produtos.
Leia também: 7 dicas de como economizar no mercado sem faltar nada no mês
Outros 19% indicam que enfrentam ambas as situações, mostrando que mudanças na renda e na inflação impactam diretamente o consumo familiar.

Comparando com 2024, nota-se uma tendência semelhante, embora naquele ano o peso da redução da renda tenha sido ainda maior, com 52% dos entrevistados citando esse motivo.

Quanto os brasileiros gastam no mercado?
A pesquisa com leitores do blog meutudo mostra que a maior parte das famílias ainda mantém gastos moderados com o supermercado.
Cerca de 39% afirmam gastar menos de R$ 500,00 por mês, enquanto 30% estão na faixa de R$ 500,00 a R$ 1.000,00.
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Esses números ajudam a entender como a renda e o orçamento familiar influenciam a escolha e a quantidade de produtos comprados.
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Como cada tipo de trabalhador sente o peso no bolso?
A pesquisa mostrou que o impacto da inflação e das altas nos preços do supermercado afeta o brasileiro de diferentes formas.
Nesse cenário, dois tipos de trabalhadores se destacam: os CLTs (empregados com carteira assinada) e os PJs (profissionais que trabalham como pessoa jurídica).
Enquanto quem é CLT pode contar com benefícios, como vale-alimentação ou refeição, os PJs, muitas vezes, arcam com todos os custos sozinhos, precisando organizar cada gasto com cuidado.
Boa parte dos PJs tentam separar uma parte dos valores recebidos para pagar o mercado, o que exige um cuidado a mais com as finanças pessoais.
Por isso, quem pensa em migrar e sair de um CLT para virar PJ ou vice-versa, precisa fazer uma análise detalhada e comparativa entre as duas modalidades. Usar uma calculadora de PJ x CLT pode ajudar no processo.
CLT e o papel do vale-alimentação
Para muitos trabalhadores CLT, o vale-alimentação é um auxílio importante no dia a dia.
Segundo a pesquisa com leitores do blog meutudo, 29% afirmam que o benefício cobre totalmente os gastos, enquanto outros 22% dizem que ajuda parcialmente.

Quem não recebe vale-alimentação sente o impacto direto no orçamento: 41% gastam mais do próprio salário, e 24% acabam comprando menos itens.

Esses dados mostram como esse benefício pode fazer diferença na organização das compras e no planejamento financeiro mensal.
Autônomos/PJ sem rede de apoio
A maior parte dos autônomos e profissionais PJ não recebe vale-alimentação (90%), o que exige maior atenção ao orçamento do supermercado.

Saiba mais: Quem paga INSS autônomo tem direito a quais benefícios?
Esses dados mostram como a gestão financeira pessoal é essencial para manter o poder de compra e evitar surpresas no fim do mês.
Trabalhadores informais e a compra “do dia”
Entre os trabalhadores informais que não recebem vale-alimentação, 33% pagam sempre do próprio salário ou receita mensal, 19% tentam separar uma parte fixa da renda para o mercado e 48% compram de acordo com a necessidade, sem planejamento fixo.

Esses números mostram que, para essa parcela da população, organizar os gastos de forma estratégica é essencial para manter o poder de compra e garantir que itens essenciais não faltem ao longo do mês.
O que está mais caro no supermercado?
A pesquisa realizada com os leitores do blog indica que o aumento nos preços de produtos essenciais tem afetado diretamente o poder aquisitivo das famílias brasileiras. Entre os itens que mais pesam no orçamento estão:
- Carnes, aves e peixes
- Frutas, verduras e laticínios
- Produtos de limpeza
- Higiene pessoal e bebidas

Com esses reajustes, muitas pessoas precisam adaptar suas compras, reduzindo a quantidade de itens ou optando por marcas mais econômicas.
Além disso, o aumento de preços tem levado consumidores a buscar alternativas, como:
- Aproveitar promoções
- Comparar preços entre estabelecimentos
- Planejar melhor a lista de compras
Outra estratégia importante é organizar os itens por prioridade, garantindo que produtos básicos e essenciais sejam adquiridos primeiro.
Esse cuidado ajuda a manter a qualidade da alimentação, controlar gastos e evitar desperdícios, mesmo diante da alta de preços e da necessidade de ajustes no orçamento familiar.
Cesta básica: qual o impacto no orçamento?
A pesquisa também mostrou que a maior parte das pessoas percebeu um aumento no valor da cesta básica em relação ao ano passado.
Para 54%, o preço subiu bastante, enquanto 11% notaram um aumento mais leve. Apenas 21% disseram que os preços se mantiveram estáveis e 14% perceberam uma diminuição.

Esses reajustes têm refletido diretamente no orçamento mensal das famílias. Mais da metade dos entrevistados (57%) afirmou que o aumento impactou bastante suas finanças, e 11% relataram um impacto menor, mas ainda significativo.

Esse cenário exige atenção na hora de planejar as compras, priorizando os itens essenciais e avaliando alternativas mais econômicas.
Expectativa para 2026 nas compras em supermercados
A pesquisa indica que a preocupação com o aumento dos preços deve continuar no próximo ano.
Metade dos entrevistados (50%) acredita que o valor da cesta básica vai aumentar muito em 2026, enquanto 22% esperam um aumento mais leve.
Apenas 15% acreditam que os preços vão se manter estáveis, e 12% acreditam em uma possível diminuição.

Essa percepção reflete a atenção crescente das famílias com o planejamento das compras e o controle do orçamento doméstico.
Diante da expectativa de aumento, muitas pessoas já estão ajustando suas estratégias de consumo, como:
- Buscar promoções
- Comparar preços entre diferentes supermercados
- Priorizar produtos essenciais
Ter clareza sobre os custos futuros ajuda a evitar surpresas no final do mês e a manter as finanças equilibradas, garantindo que a alimentação e os itens básicos continuem sendo adquiridos sem comprometer outros gastos importantes.
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Comentário retirado da nossa pesquisa de satisfação 14/04/2023Atenção e o respeito à minha necessidade
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