Entrar na vida adulta não é simples, e quando o assunto é dinheiro, os desafios aumentam. Cada geração lida com as finanças de um jeito, influenciada pelo momento econômico e pelas mudanças no trabalho.
Pensando nisso, nós, da plataforma de crédito meutudo, buscamos entender como as pessoas vivem essa fase na prática.
Com a pesquisa Datatudo, feita com leitores do nosso blog, reunimos dados sobre hábitos e dificuldades financeiras.
Ao longo do conteúdo, vamos apresentar essas percepções e o que eles revelam sobre a vida adulta hoje. Continue a leitura e confira os principais resultados.
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O que você vai ler neste artigo:
Expectativas e realidade da vida adulta entre gerações
Quando falamos sobre vida adulta, é comum imaginar um caminho mais estável, com conquistas bem definidas e menos incertezas. Mas será que isso realmente acontece?
A pesquisa Datatudo revela que, na prática, a realidade pode ser bem diferente e varia bastante entre as gerações.
Ao analisar os dados coletados na pesquisa feita com os nossos leitores do blog meutudo, percebemos que cada faixa etária enxerga a vida adulta a partir das suas próprias experiências.
Enquanto os mais jovens sentem um impacto maior ao entrar nessa fase, os mais velhos parecem ter desenvolvido uma visão mais equilibrada, ou até positiva, ao longo do tempo.
Ao longo desta leitura, vamos mostrar como expectativa e realidade nem sempre andam lado a lado. E, mais do que isso, como o dinheiro está no centro dessa percepção.
Geração Z considera a vida adulta mais difícil que imaginava
Antes de tudo, vale observar o gráfico, que mostra como cada geração respondeu à pergunta: “A vida adulta é diferente do que você imaginava?”.
Confira os dados coletados:

Os dados deixam evidente que, para a Geração Z (18 a 24 anos), o choque com a realidade é mais intenso. 55% afirmam que a vida adulta é muito mais difícil do que imaginavam, o maior índice entre todas as gerações analisadas.
Ao somar com os 28% que dizem ser “um pouco mais difícil”, temos um cenário em que a maioria dos jovens sente que a vida adulta pesa mais do que o esperado.
Entre os Millennials jovens (25 a 34 anos), esse sentimento também é forte, com 49% apontando como muito mais difícil.
Por outro lado, quando olhamos para os Boomers (55+), a percepção muda bastante.
Apenas 24% consideram a vida adulta muito mais difícil, enquanto 41% afirmam que ela é melhor do que imaginavam. Ou seja, com o passar do tempo, a tendência é que a visão sobre essa fase se torne mais positiva.
No geral, os dados mostram um padrão claro: quanto mais jovem a geração, maior a frustração em relação às expectativas da vida adulta, especialmente quando entram em cena responsabilidades financeiras.
Responsabilidade constante é a maior surpresa da vida adulta
No próximo gráfico, a pergunta foi: “O que mais te surpreendeu na vida adulta?”. Confira os dados:

Aqui, um ponto chama atenção de cara: a responsabilidade constante aparece como o principal fator em todas as gerações.
Os números são expressivos, com destaque para os Millennials maduros (35 a 44 anos), onde 39% apontam esse como o maior impacto, seguidos de perto por Millennials jovens e Geração X, ambos com 36%.
Entre os mais jovens, da Geração Z, 34% também destacam a responsabilidade como principal surpresa, mostrando que o peso das obrigações chega cedo, e, muitas vezes, sem aviso.
Outro ponto importante é o custo de vida, que aparece de forma consistente entre todas as faixas etárias. Para a Geração Z, por exemplo, 24% se surpreenderam com os gastos, reforçando como lidar com dinheiro é um dos grandes desafios ao entrar na vida adulta.
Já entre os Boomers, um dado interessante se destaca: além das responsabilidades, o quanto amadureceram e aprenderam ao longo da vida adulta tem grande relevância, sendo citado por 26%.
Isso mostra uma visão mais reflexiva dessa fase, com foco no crescimento pessoal.
No fim das contas, os dados revelam algo que muita gente já sente na prática: a vida adulta não vem com manual.
E, entre boletos, decisões e aprendizados, cada geração vai descobrindo (do seu jeito) como lidar com tudo isso.
Relação das gerações com dinheiro, tempo e dívidas
Quando o assunto é dinheiro, cada geração tem suas prioridades, e isso fica ainda mais evidente quando a gente coloca na balança tempo, qualidade de vida e dívidas.
Afinal, será que vale a pena trabalhar mais para ganhar melhor ou buscar equilíbrio? A pesquisa mostra que essa relação muda bastante ao longo da vida.
Enquanto os mais jovens tendem a priorizar ganhos financeiros, as gerações mais velhas começam a valorizar mais o tempo e o equilíbrio.
Além disso, quando entram em cena as dívidas, o comportamento também revela muito sobre como cada grupo encara sacrifícios e planejamento financeiro.
A seguir, a gente detalha esses pontos com base nos dados coletados.
Jovens preferem ganhar mais dinheiro mesmo trabalhando mais
Antes de analisar a fundo, confira o gráfico abaixo, que mostra as escolhas de cada geração entre dinheiro e tempo:

Os dados indicam que a Geração Z (18 a 24 anos) tem uma preferência clara: 55% optariam por ganhar mais dinheiro, mesmo que isso signifique trabalhar mais.
Esse é o maior percentual entre todas as faixas etárias, mostrando que, para os mais jovens, aumentar a renda ainda é prioridade.
Já entre os Millennials jovens (25 a 34 anos), esse número cai para 38%, e segue diminuindo conforme a idade avança. Entre os Boomers (55+), por exemplo, apenas 12% fariam essa escolha.
Por outro lado, o equilíbrio entre dinheiro e tempo ganha força com o passar dos anos.
Ele é preferência para 53% dos Millennials maduros e da Geração X, além de 47% dos Boomers. Ou seja, com mais experiência, a tendência é buscar uma vida mais balanceada.
Outro ponto interessante é que 35% dos Boomers afirmam que depende da fase da vida, reforçando uma visão mais flexível, algo que geralmente vem com o tempo e as vivências acumuladas.
Maioria trocaria lazer para quitar dívidas mais rápido
No gráfico abaixo, observamos como cada geração responde à pergunta: “Você trocaria lazer por quitação mais rápida de dívidas?”. Confira:

A resposta é praticamente unânime: sim. Entre a Geração Z, 75% afirmam que valeria a pena abrir mão do lazer para quitar dívidas mais rápido, o maior índice entre todos os grupos.
Esse comportamento se repete nas demais gerações, ainda que com leve queda. Entre Millennials jovens, são 71%, enquanto Millennials maduros chegam a 68%. Já na Geração X, o número é de 64%, e entre os Boomers, 59%.
Quando somamos os que responderam “sim, valeria a pena” com “sim, temporariamente”, os números ficam ainda mais expressivos, mostrando que a grande maioria das pessoas está disposta a fazer sacrifícios para se livrar das dívidas.
Por outro lado, uma parcela menor prefere manter o lazer em primeiro lugar, especialmente entre os Boomers (13%).
Isso pode indicar uma relação mais equilibrada com a vida financeira ou até uma menor pressão com dívidas nessa fase.
Dinheiro impacta mais a saúde mental da geração Z
Confira o gráfico abaixo, que traz as respostas relacionadas à relação entre dinheiro e saúde mental:

Aqui, um ponto chama bastante atenção: a Geração Z é a mais impactada emocionalmente pelas questões financeiras. 42% dos jovens afirmam que o dinheiro afeta muito sua saúde mental, o maior índice entre todas as gerações.
Entre os Millennials jovens e maduros, esse número também é alto, com 37% e 36%, respectivamente. Já nas gerações mais velhas, como a Geração X (32%) e os Boomers (31%), o impacto ainda existe, mas é um pouco menor.
Além disso, conforme a idade avança, cresce o percentual de pessoas que dizem que o dinheiro não afeta sua saúde mental. Na Geração X, por exemplo, esse número chega a 30%, enquanto entre Millennials maduros é de 26%.
Esses dados mostram que, para os mais jovens, a pressão financeira vai além do bolso, ela também pesa na mente.
Seja pela instabilidade, pelo custo de vida ou pelas expectativas, o dinheiro se torna uma fonte importante de preocupação logo no início da vida adulta.
No fim das contas, a pesquisa reforça algo que muita gente já sente no dia a dia: dinheiro, tempo e bem-estar estão completamente conectados e cada geração aprende a lidar com esse equilíbrio de um jeito diferente.
Como cada geração avalia sua organização financeira
O gráfico abaixo mostra como cada geração enxerga a própria organização financeira. Confira os dados coletados:

De cara, um ponto chama atenção: a Geração Z lidera na percepção de organização financeira, com 55% dos jovens (18 a 24 anos) se considerando organizados.
Esse número é significativamente maior do que nas demais faixas etárias, indicando que, mesmo no início da vida adulta, muitos já buscam controle sobre o dinheiro.
Já quando olhamos para os Millennials, especialmente os de 25 a 34 anos, aparece um cenário bem comum: 37% afirmam estar sobrevivendo mês a mês.
Esse comportamento também é forte entre Millennials maduros (33%) e Geração X (38%), mostrando como essa fase da vida costuma ser marcada por maiores responsabilidades financeiras.
Outro dado importante é o crescimento do endividamento com a idade.
Enquanto apenas 8% da Geração Z se considera endividada, esse número sobe para 15% entre Geração X e Boomers, o que pode refletir compromissos financeiros mais complexos ao longo da vida.
Já a sensação de conforto financeiro ainda é baixa em todas as gerações, com destaque para os Millennials maduros (8%), que apresentam o maior índice, ainda assim, bastante tímido.
Por fim, vale destacar um ponto curioso: a dependência financeira aparece tanto entre os mais jovens quanto entre os mais velhos. Cerca de 6% da Geração Z ainda depende de alguém, o que é esperado nessa fase.
Porém, entre os Boomers, esse número sobe para 12%, indicando que, em alguns casos, a dependência pode retornar na terceira idade.
No geral, os dados mostram que a forma como a gente enxerga a própria vida financeira muda bastante com o tempo, e nem sempre significa evolução linear.
Frustrações financeiras e impacto nas decisões de vida
Falar de dinheiro na vida adulta também é falar de frustrações. Afinal, nem sempre as coisas saem como planejado, e isso acaba influenciando decisões importantes ao longo do caminho.
A pesquisa mostra que, independentemente da geração, existe um sentimento comum: a dificuldade de alcançar estabilidade financeira. Mas o motivo dessa frustração varia conforme a fase da vida.
Enquanto alguns lidam com dívidas, outros enfrentam obstáculos para poupar, investir ou conquistar bens importantes.
E, como veremos a seguir, essas dificuldades vão muito além do bolso, elas impactam escolhas, oportunidades e até o ritmo da vida.
Endividamento é a maior frustração financeira entre millennials
O gráfico a seguir traz as respostas para a pergunta: “Qual foi sua maior frustração financeira na vida adulta até hoje?”. Confira:

Entre os Millennials, o destaque é claro: o endividamento aparece como a principal frustração.
Para os jovens de 25 a 34 anos, 41% apontam ter se endividado como maior dificuldade, número muito próximo dos 40% entre os Millennials maduros (35 a 44 anos).
Esse cenário também aparece nas demais gerações, mas com menor intensidade. Na Geração X, são 36%, enquanto entre os Boomers, 30%.
Já entre a Geração Z, o principal desafio ainda é outro: 38% afirmam ter dificuldade para poupar dinheiro, mostrando que, no início da vida adulta, o foco está mais em conseguir guardar do que lidar com dívidas acumuladas.
Outro ponto relevante é a dificuldade de conquistar a casa própria, que aparece de forma consistente entre todas as gerações, variando entre 13% e 19%. Isso reforça como esse objetivo segue sendo um desafio financeiro importante no Brasil.
No geral, os dados mostram que, conforme a vida avança, as dívidas passam a ter um peso maior, especialmente para quem está no auge das responsabilidades financeiras.
Maioria já deixou de fazer algo importante por falta de dinheiro
O gráfico abaixo evidencia um cenário que muita gente vai se identificar. A pergunta foi: “Você já deixou de fazer algo importante por falta de dinheiro?”. Confira:

E a resposta, de forma geral, é sim, e não é pouca coisa. Entre a Geração Z, 80% afirmam que já passaram por isso várias vezes, número que sobe ainda mais entre os Millennials jovens, chegando a 81%.
Mesmo entre as gerações mais velhas, os índices continuam altos. Entre Millennials maduros, são 72%, enquanto Geração X e Boomers registram 69%.
Se somarmos com quem respondeu “algumas vezes”, percebemos que praticamente toda a população já precisou adiar ou abrir mão de algo importante por questões financeiras.
Por outro lado, os percentuais de quem nunca passou por isso são muito baixos, variando entre 2% e 5%. Ou seja, deixar planos de lado por falta de dinheiro é uma realidade comum, independentemente da idade.
Isso mostra como o impacto financeiro vai além das contas do dia a dia: ele interfere diretamente em decisões de vida, oportunidades e até sonhos pessoais.
Jovens sentem que conquistas financeiras estão atrasadas
Observe o gráfico abaixo, que responde à pergunta: “Você sente que suas conquistas financeiras estão no ‘tempo certo’?”.

Aqui, o sentimento predominante é de atraso, principalmente entre os mais jovens. Na Geração Z, 73% acreditam que suas conquistas financeiras estão atrasadas em relação ao que imaginavam.
Esse percentual também é alto entre os Millennials, tanto jovens quanto maduros (68% em ambos os grupos), e segue relevante nas gerações mais velhas, como Geração X e Boomers (63% cada).
Por outro lado, apenas uma parcela menor acredita estar no “tempo certo”, variando entre 19% e 22%. Já aqueles que sentem estar adiantados são minoria em todas as faixas etárias.
Um dado interessante é que, conforme a idade avança, cresce o número de pessoas que dizem não pensar em “tempo certo” para conquistas financeiras.
Entre os Boomers, por exemplo, esse grupo chega a 16%, mostrando uma visão mais desapegada de prazos e comparações.
No fim das contas, os dados revelam um sentimento coletivo: a sensação de estar sempre correndo atrás.
Especialmente para os mais jovens, a vida financeira parece não acompanhar as expectativas, o que pode gerar ansiedade e pressão ao longo da jornada adulta.
O que significa sucesso financeiro para cada geração
Quando falamos em sucesso financeiro, a resposta já não é mais tão simples como “ganhar bem”. Hoje, esse conceito envolve diferentes fatores, e muda bastante de acordo com a fase da vida.
A pesquisa Datatudo mostra que, embora o dinheiro continue sendo importante, ele deixou de ser o único indicador de sucesso.
Elementos como estabilidade, saúde mental, liberdade e segurança familiar passaram a ter um peso cada vez maior.
Nos próximos dados, fica claro como cada geração redefine o que é “dar certo na vida”, e como essas prioridades impactam diretamente suas decisões financeiras.
Estabilidade financeira é prioridade para jovens
Observe o gráfico a seguir, que mostra o que é mais importante hoje para cada geração:

Os dados revelam que a estabilidade financeira é a principal prioridade entre os mais jovens. Na Geração Z, 64% apontam esse como o fator mais importante, o maior índice entre todos os grupos.
Entre os Millennials, tanto jovens quanto maduros, esse número também é alto (57%), mostrando que a busca por segurança financeira continua forte ao longo da vida adulta.
Já entre Geração X e Boomers, esse percentual cai para 47%, indicando uma leve mudança de foco.
E aqui entra um ponto importante: a segurança para a família ganha destaque conforme a idade avança.
Entre os Boomers, por exemplo, 33% apontam esse como o principal fator, enquanto na Geração X são 26%. Ou seja, para as gerações mais velhas, garantir proteção para quem está ao redor se torna prioridade.
Outros fatores, como crescimento profissional e liberdade de escolha, aparecem com menor destaque, enquanto o tempo livre ainda é pouco citado, o que mostra que, na prática, a estabilidade financeira continua sendo a base para as demais conquistas.
Sucesso é visto como equilíbrio entre dinheiro, saúde e liberdade
Confira o gráfico a seguir, que responde à pergunta: “Para você, sucesso hoje significa:”, com base nas percepções das cinco gerações entrevistadas:

O que mais chama atenção é que a maioria das pessoas não vê o sucesso como algo único, mas sim como um conjunto de fatores.
A opção “todas as opções acima” lidera em todas as gerações, com destaque para os Boomers (55%) e Millennials maduros (44%).
Isso indica uma mudança importante: o sucesso hoje é sinônimo de equilíbrio entre dinheiro, saúde mental, liberdade e qualidade de vida.
Quando olhamos para os itens individuais, vemos algumas diferenças interessantes. A saúde mental ganha mais relevância nas gerações mais velhas, chegando a 32% na Geração X.
Já entre os mais jovens, ganhar bem ainda tem um peso maior (17% na Geração Z), embora não seja dominante.
A liberdade também aparece de forma consistente entre todas as idades, mostrando que ter autonomia sobre a própria vida é parte essencial dessa conta.
Diante desse cenário, fica claro que não basta apenas ganhar dinheiro, é preciso saber usar bem esse recurso para construir uma vida equilibrada.
E aqui entra um ponto prático: organizar as finanças e quitar dívidas deve ser uma prioridade, mas sem abrir mão totalmente do lazer e dos momentos de descanso.
Afinal, equilíbrio também significa viver o presente enquanto se planeja o futuro.
Além disso, cuidar da saúde mental é indispensável. Como vimos anteriormente, o dinheiro impacta diretamente o bem-estar, especialmente entre os mais jovens.
Por isso, buscar soluções financeiras que tragam mais controle e previsibilidade faz toda a diferença.
Uma alternativa que pode ajudar nesse processo é o crédito consignado, como o Empréstimo CLT e o empréstimo para aposentado.
Além de atender a públicos distintos, essa modalidade costuma ser mais acessível e segura para quem precisa reorganizar a vida financeira.
Entre as principais vantagens desse tipo de crédito, podemos destacar:
- Margem consignável limitada, ajudando a evitar o superendividamento
- Facilidade de aprovação, já que o risco de inadimplência é menor
- Taxas de juros mais baixas em comparação a outros tipos de crédito
- Liberação mais rápida do valor na conta
- Desconto direto na renda, o que evita esquecimentos e atrasos
- Prazos mais longos para pagamento, com parcelas que cabem no bolso
Na prática, isso significa mais previsibilidade e menos dor de cabeça, algo essencial para quem quer equilibrar a vida financeira sem comprometer o bem-estar.
No fim das contas, sucesso financeiro não é só sobre quanto se ganha, mas também sobre como se vive. E encontrar esse equilíbrio é, sem dúvida, um dos maiores desafios (e conquistas) da vida adulta.
Como melhorar o controle das finanças em qualquer idade?
Independentemente da geração, uma coisa é certa: organizar a vida financeira é essencial para ter mais tranquilidade e liberdade. E a boa notícia é que não existe idade certa para começar, quanto antes a gente se planejar, melhor.
Mas, na prática, o que dá para fazer? A seguir, reunimos algumas dicas simples e eficientes que funcionam para qualquer fase da vida:
- Tenha clareza da sua renda e gastos: pode parecer básico, mas muita gente ainda não sabe exatamente para onde o dinheiro vai. Anotar tudo (seja no papel, planilha ou app) já é um grande passo
- Crie um orçamento mensal realista: nada de metas impossíveis. O ideal é montar um planejamento que caiba na sua rotina e considere seus gastos fixos e variáveis
- Priorize o pagamento de dívidas: dívidas, principalmente com juros altos, podem virar uma bola de neve. Sempre que possível, priorize quitá-las ou buscar alternativas com taxas menores
- Monte uma reserva de emergência: imprevistos acontecem, e ter um valor guardado evita que você precise recorrer a crédito em momentos difíceis
- Evite gastos por impulso: sabe aquela compra no calor do momento? Vale a pena pensar duas vezes. Pequenas decisões fazem grande diferença no longo prazo
- Busque conhecimento financeiro: entender melhor como lidar com dinheiro ajuda a tomar decisões mais conscientes e seguras
No fim das contas, não existe fórmula mágica. O segredo está na consistência e em pequenas mudanças no dia a dia. Com o tempo, esses hábitos se transformam em mais controle e menos estresse.
A pesquisa Datatudo deixa claro que, embora cada geração tenha suas próprias experiências, os desafios com dinheiro fazem parte da vida adulta de todo mundo.
Seja no início da jornada ou em fases mais avançadas, equilibrar renda, gastos e expectativas continua sendo um aprendizado constante.
Ao mesmo tempo, também fica evidente que o conceito de sucesso financeiro mudou. Hoje, não se trata apenas de ganhar mais, mas de viver melhor.
Se a gente pudesse resumir tudo em uma ideia, seria essa: organização e consciência sobre as finanças são caminhos para uma vida mais leve. E, independente da sua idade, nunca é tarde para começar a cuidar da sua saúde financeira!Se este conteúdo foi útil, não deixe de se cadastrar gratuitamente aqui para receber mais artigos informativos semanalmente em seu e-mail.
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Comentário retirado da nossa pesquisa de satisfação 14/04/2023Atenção e o respeito à minha necessidade
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