Além do entretenimento: pesquisa mostra impacto de jogos de azar no orçamento

datatudo
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Os jogos de azar vêm ganhando cada vez mais espaço na rotina dos brasileiros, deixando de ser apenas entretenimento e passando a influenciar o orçamento de muitas famílias. Com a facilidade de acesso, apostar se tornou rápido, e, muitas vezes, impulsivo.

Com essa popularização, surgem questionamentos importantes, como até que ponto essa prática pode comprometer a saúde financeira e como recuperar dinheiro perdido em apostas.

Pensando nisso, nós, da meutudo, realizamos a pesquisa Datatudo com leitores do nosso blog para entender melhor esse cenário.

A seguir, a gente te mostra os principais dados e percepções dos participantes sobre esse tema. Se você quer conferir mais, siga a leitura!

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Frequência de apostas varia entre cada faixa etária

Os hábitos relacionados a apostas mudam conforme a idade, e isso fica evidente nos dados que coletamos na pesquisa feita com os leitores aqui do blog meutudo.

Confira o gráfico a seguir, que responde a frequência com que os brasileiros participam de apostas, conforme sua faixa etária:

Ao analisar as respostas, percebemos um padrão interessante: os jovens entre 18 e 24 anos lideram a frequência semanal de apostas (42%), indicando um comportamento mais constante e, possivelmente, mais impulsivo.

Essa presença também se mantém relevante entre pessoas de 25 a 34 anos (35%) e acima dos 55 (35%), mostrando que o hábito semanal não é exclusivo de uma única geração, embora seja mais forte entre os mais novos.

Por outro lado, quando olhamos para quem aposta algumas vezes por mês, a faixa etária de 45 a 54 anos se destaca como a mais frequente (45%).

Isso sugere um comportamento mais moderado e planejado, diferente da dinâmica mais recorrente observada entre os jovens.

Outro ponto que chama atenção é o aumento da participação esporádica conforme a idade avança, especialmente entre pessoas de 35 a 44 anos e acima dos 55 (31% cada).

Esse dado pode indicar uma relação menos constante com as apostas, possivelmente mais ligada a ocasiões específicas do que a um hábito regular.

No geral, os dados mostram que, enquanto os mais jovens tendem a apostar com maior frequência semanal, as faixas etárias mais altas apresentam um comportamento mais distribuído ao longo do mês.

Essas diferenças podem refletir diferentes níveis de controle financeiro e relação com o risco dessa prática.

Tipos de apostas mudam conforme a idade

As preferências por modalidades de apostas também variam bastante entre as gerações. Confira os detalhes no gráfico abaixo:

Quando observamos os dados, fica claro que há uma diferença significativa no tipo de aposta escolhida conforme a idade.

As loterias oficiais, como Mega-Sena e Quina, ganham cada vez mais espaço entre os participantes mais velhos, com destaque para o público acima de 55 anos, onde essa modalidade é amplamente dominante (65%).

Isso pode estar ligado à tradição e à percepção de menor risco, já que são opções mais antigas e regulamentadas.

Em contrapartida, os cassinos virtuais e apostas online aparecem com muito mais força entre os jovens, especialmente nas faixas de 18 a 24 anos (36%) e 25 a 34 anos (38%).

Esses formatos digitais, mais dinâmicos e acessíveis, parecem atrair quem já está mais habituado ao ambiente online e busca resultados rápidos.

Saiba mais: Quais os melhores tipos de investimento para iniciantes?

As apostas esportivas online também se destacam entre adultos mais jovens, principalmente entre 25 e 34 anos (36%), mas perdem relevância conforme a idade avança.

Já modalidades como bingo e outras apostas baseadas em eventos futuros têm uma presença mais discreta e distribuída, sem grande concentração em uma faixa etária específica.

De forma geral, os dados mostram que o avanço da tecnologia influencia diretamente o comportamento dos mais jovens, enquanto os participantes mais velhos tendem a manter hábitos mais tradicionais quando o assunto é apostar.

Valor gasto costuma ser baixo para maioria

Quando o assunto é dinheiro, os hábitos de aposta revelam um cenário diverso, com valores que variam entre o máximo de R$ 50,00 e acima de R$ 1 mil, em certos casos.

Confira no gráfico abaixo a média mensal de valores que as pessoas usam para essa atividade:

De forma geral, os dados mostram que a maior parte (62%) dos participantes afirma gastar valores relativamente baixos com apostas.

A maioria concentra seus gastos em até R$ 50,00 por mês, o que pode indicar uma tentativa de manter essa prática sob controle ou tratá-la como uma forma de entretenimento acessível.

Na sequência, aparece um grupo menor (18%) que destina entre R$ 51,00 e R$ 300,00 mensais, mostrando que, embora exista um aumento no valor investido, ainda há certa moderação para grande parte dos respondentes.

7% dos entrevistados, destinam entre R$ 301,00 e R$ 600,00 mensais para a prática, enquanto outros 8% destinam entre R$ 601,00 e R$ 1 mil.

Por outro lado, chama atenção a existência de uma parcela, ainda que pequena (5%), que afirma gastar valores mais elevados, que ultrapassam R$ 1 mil por mês.

Mesmo representando uma minoria, esse dado acende um alerta importante sobre o potencial impacto financeiro das apostas quando fogem do controle.

No geral, o cenário sugere que, embora muitos tentem manter gastos reduzidos, existe um grupo que pode estar mais exposto a riscos financeiros, especialmente quando os valores começam a comprometer uma parte significativa da renda mensal.

Motivações para apostar vão além do entretenimento

Quando a gente aprofunda a análise, percebe que a ação de apostar não é motivada por um único fator.

Embora o entretenimento ainda seja relevante, outras razões, como tentativa de renda extra e busca por emoção, também entram em jogo e ajudam a explicar o comportamento dos participantes.

A seguir, vamos detalhar o que realmente motiva os brasileiros a apostar, com base nas respostas coletadas na pesquisa Datatudo.

Entretenimento ainda é principal motivo para quem aposta

Antes de tudo, vale entender como os próprios participantes enxergam essa prática. Confira o gráfico abaixo com as percepções coletadas:

O entretenimento segue como a principal forma de encarar as apostas, especialmente entre pessoas de 35 a 44 anos (54%) e, principalmente, de 45 a 54 anos, onde esse número chega a 63%. Entre os mais jovens (18 a 24 anos) essa percepção chega a 53%.

Por outro lado, uma parcela relevante não vê apenas como diversão.

Entre os participantes de 25 a 34 anos, por exemplo, 30% já encaram as apostas como uma forma de tentar aumentar a renda, enquanto entre 35 a 44 anos esse número é de 29%. Isso mostra que, para muitos, existe uma expectativa financeira envolvida.

Outro ponto interessante é o baixo percentual de pessoas que enxergam a prática como algo que exige planejamento, variando entre 2% e 11% dependendo da faixa etária. Isso pode indicar uma certa falta de organização ou estratégia ao apostar.

Além disso, chama atenção o grupo que afirma não saber definir o papel das apostas em suas vidas.

Esse índice chega a 25% entre os mais jovens e a 40% entre pessoas acima de 55 anos, sugerindo que ainda há dúvidas ou até falta de consciência sobre o impacto dessa atividade.

No geral, embora o entretenimento lidere, os dados deixam claro que as apostas já ocupam um espaço mais complexo na rotina financeira e emocional dos brasileiros.

Leia também: Como juntar dinheiro rápido? Dicas para começar agora

Parte dos entrevistados buscam renda extra

Agora, vamos olhar mais de perto o que está por trás dessa prática no dia a dia. Confira o gráfico a seguir:

Os resultados mostram que a busca por renda extra é um dos principais motivadores para apostar, sendo inclusive o fator mais citado em várias faixas etárias.

Entre pessoas de 35 a 44 anos, por exemplo, esse número chega a 63%, enquanto entre 25 a 34 anos atinge 56% e entre os mais jovens, 47%.

Logo em seguida, aparece a motivação ligada à diversão e adrenalina, que também tem forte presença entre os participantes, especialmente entre os mais jovens (42%) e entre pessoas com 55 anos ou mais (33%).

Ou seja, independentemente da idade, a emoção é um dos fatores mais relevantes para motivar a prática.

Outros motivos, como apostar como passatempo com amigos (4% a 22% a depender da faixa etária) ou como um hábito do dia a dia (2% a 21% a depender da faixa), aparecem com menor destaque, mas ajudam a complementar o cenário.

Um dado curioso é que, entre pessoas de 55 anos ou mais, 21% já consideram as apostas como um hábito frequente.

Agora, aqui vai um ponto de atenção importante: quando as apostas passam a ser vistas como uma forma de ganhar dinheiro, o risco aumenta consideravelmente.

Isso porque a expectativa de retorno pode levar a decisões impulsivas, aumento dos valores apostados e, consequentemente, prejuízos financeiros mais significativos.

Ou seja, embora a ideia de “fazer um extra” pareça atraente, os dados reforçam a importância de encarar as apostas com cautela, especialmente para evitar que elas deixem de ser um lazer e passem a impactar negativamente o orçamento.

Controle financeiro é um desafio para parte dos apostadores

Quando o assunto é apostas, não dá pra falar só de frequência ou motivação, o controle financeiro entra como um ponto central nessa conversa.

E, olhando para os dados, a gente percebe que manter esse equilíbrio nem sempre é tão simples quanto parece.

A seguir, vamos mostrar como os participantes lidam com limites de gastos e até que ponto as apostas podem interferir em outras áreas do orçamento.

42% não costumam definir um limite de gastos antes de apostar

Observe como os participantes se organizam financeiramente para participar dessas atividades, no gráfico abaixo:

Os dados revelam que 58% dos entrevistados afirmam sempre definir um limite de gastos antes de apostar, o que indica uma tentativa de manter certo controle sobre essa atividade.

Por outro lado, 42% dizem que só fazem isso às vezes ou simplesmente não costumam estabelecer um valor limite.

Esse número é significativo e acende um alerta importante: sem um planejamento financeiro prévio, as chances de gastar mais do que o esperado aumentam consideravelmente.

Na prática, isso mostra que, embora mais da metade tente se organizar, ainda existe uma parcela relevante que pode estar mais vulnerável a decisões impulsivas, especialmente em um ambiente onde a facilidade de apostar é tão grande.

Esse comportamento reforça a importância de encarar as apostas com responsabilidade, já que a ausência de limites claros pode impactar a renda mensal e até comprometer despesas fixas essenciais.

Parte dos entrevistados já usou dinheiro destinado a outra finalidade

Outro ponto que merece atenção é a forma como o dinheiro é utilizado nessas situações. Confira os dados no gráfico a seguir:

Ao analisar as respostas, fica evidente que uma parte considerável dos participantes já ultrapassou um limite importante: usar um dinheiro que tinha outro destino para apostar.

O destaque vai para a faixa de 25 a 34 anos, onde 46% afirmam já ter feito isso, ou seja, quase metade dos entrevistados desse grupo.

Entre os mais jovens, de 18 a 24 anos, esse comportamento também aparece com força, atingindo 39%, enquanto entre 35 a 44 anos o índice ainda é relevante, com 33%.

Já nas faixas etárias mais altas, os percentuais diminuem, chegando a 20% entre 45 a 54 anos e 16% entre pessoas com 55 anos ou mais.

Por outro lado, a maioria afirma não ter adotado esse tipo de comportamento, especialmente entre os mais velhos, com destaque para os 79% acima de 55 anos que dizem nunca ter utilizado recursos de outras finalidades para apostar.

Ainda assim, os números mostram que esse tipo de prática não é incomum, principalmente entre adultos mais jovens.

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Outro aspecto que chama atenção é a parcela que preferiu não responder a essa pergunta. Entre os mais jovens (18 a 24 anos), esse índice chega a 20%, enquanto nas demais faixas etárias varia entre 2% e 12%.

Esse silêncio pode indicar desconforto em assumir esse tipo de comportamento ou até dificuldade em reconhecer o impacto financeiro das apostas na própria rotina.

É importante entender que, quando o dinheiro destinado a contas, alimentação ou outras prioridades começa a ser redirecionado para apostas, o risco de desorganização financeira aumenta, e muito.

Ou seja, mais do que apenas um hábito, as apostas podem começar a interferir diretamente no planejamento financeiro, exigindo atenção e, muitas vezes, uma mudança de comportamento para evitar prejuízos maiores.

Impactos das apostas no orçamento

Depois de entender hábitos, motivações e comportamento financeiro, chega a hora de olhar diretamente para os impactos das apostas no orçamento dos participantes.

Afinal, será que quem aposta sente que está no controle da situação? Nos próximos dados, a gente analisa como os próprios entrevistados avaliam sua relação com esses gastos.

Maioria afirma manter controle sobre os gastos com apostas

Confira o gráfico que aponta os percentuais dos entrevistados que acreditam manter (ou não) o controle financeiro com os jogos de azar:

De acordo com os dados coletados, 89% dos entrevistados afirmam que mantêm controle sobre os gastos com apostas, o que indica uma percepção majoritariamente positiva em relação à própria organização financeira nesse contexto.

Por outro lado, 11% reconhecem que não têm esse controle, o que, embora represente uma minoria, ainda é um número relevante, principalmente quando consideramos os riscos envolvidos nas apostas.

Esse contraste levanta um ponto importante. Embora a maioria acredite estar no controle, outros dados da pesquisa, como a falta de limite de gastos ou o uso de quantias destinadas a outros fins, mostram que essa percepção pode nem sempre refletir a realidade.

Ou seja, existe uma possível diferença entre o que as pessoas acreditam e o que realmente acontece na prática.

Por isso, mais do que confiar apenas na própria percepção, é fundamental acompanhar de perto os gastos e manter estratégias claras para evitar que as apostas comprometam o orçamento.

Parar de apostar costuma melhorar a organização financeira

Depois de analisar comportamento, gastos e controle, surge uma pergunta importante: o que acontece quando a pessoa decide parar de apostar?

Os dados mostram que essa decisão pode trazer mudanças relevantes, principalmente na forma como o dinheiro é administrado.

A seguir, a gente detalha os principais motivos que levaram os participantes a parar e quais impactos foram percebidos na vida financeira dos entrevistados.

Muitos dizem que pararam por não ver retorno financeiro

Para começar, vale entender o que levou essas pessoas a interromper as apostas. Confira os gráficos abaixo:

O principal motivo apontado pelos participantes foi a falta de retorno financeiro compatível com o valor gasto.

Esse fator aparece com força entre todas as faixas etárias, especialmente entre os mais jovens, chegando a 52% entre pessoas de 18 a 24 anos.

No geral, esse motivo representa 42% das respostas, mostrando que, na prática, o ganho esperado muitas vezes não se concretiza.

Outro motivo relevante foi a priorização de outras despesas ou objetivos, citado por cerca de 29% no total. Esse dado indica uma mudança de mentalidade importante: muitos participantes passaram a enxergar melhor suas prioridades financeiras.

Além disso, 19% afirmaram ter perdido o interesse pela atividade, enquanto 10% disseram que preferiram reduzir gastos em geral, reforçando uma busca por maior equilíbrio no orçamento.

Agora, para quem já teve prejuízos, especialmente em casos de golpes online ou plataformas não confiáveis, existem algumas formas de tentar recuperar valores perdidos.

Confira algumas alternativas de como recuperar dinheiro perdido em apostas:

  • Contato com a instituição financeira: em alguns casos, é possível solicitar contestação de pagamentos ou bloqueio de transações suspeitas
  • Registro de ocorrência: fazer um boletim de ocorrência pode ser necessário, principalmente em casos de fraude
  • Reclamação em órgãos de defesa do consumidor: plataformas irregulares podem ser denunciadas, o que também pode abrir caminho para reembolso
  • Ação judicial: dependendo da situação, buscar orientação jurídica pode ajudar a recuperar parte dos valores

Ou seja, além de parar, entender os prejuízos e buscar soluções também faz parte do processo de recuperação financeira.

Após parar, parte das pessoas afirma ter melhor controle do dinheiro

Confira as percepções daqueles que saíram do hábito de apostar, nos gráficos disponibilizados abaixo:

Os resultados mostram que, para a maioria, a resposta é sim. 52% dos participantes afirmam que conseguiram direcionar melhor o dinheiro após parar de apostar, com destaque para as faixas de 18 a 34 anos, onde esse percentual ultrapassa os 58%.

Além disso, 19% dizem que passaram a ter mais previsibilidade nos gastos, o que é fundamental para qualquer planejamento financeiro. Ou seja, parar de apostar não só libera recursos, como também contribui para uma organização mais clara das finanças.

Por outro lado, uma parcela afirma não ter percebido grandes mudanças (17%) ou simplesmente não acompanhou esse impacto (12%).

Esse dado mostra que, embora os benefícios sejam reais para muitos, eles nem sempre são imediatos ou percebidos por todos.

Ainda assim, o cenário geral aponta para um efeito positivo: ao eliminar um gasto variável e, muitas vezes, imprevisível, o controle financeiro tende a melhorar.

Aprenda: O que é o método 50/30/20, como funciona e vantagens

Maioria considera que parar ajudou nos objetivos financeiros

Por fim, como os participantes avaliam a decisão de deixar o hábito das apostas para trás atualmente? Confira as respostas no gráfico a seguir:

A percepção geral é bastante positiva. 58% afirmam que parar de apostar foi importante para alcançar seus objetivos financeiros, indicando que a decisão trouxe benefícios concretos no longo prazo.

Além disso, 24% consideram que foi uma decisão necessária naquele momento, o que reforça a ideia de que, em muitos casos, parar não foi apenas uma escolha, mas uma necessidade diante do impacto no orçamento.

Uma parcela menor vê a decisão como indiferente (11%) ou ainda está avaliando (7%), mas esses números não diminuem o peso do dado principal: a maioria reconhece ganhos reais ao interromper essa prática.

No fim das contas, os dados deixam um recado claro. Quando as apostas deixam de fazer parte da rotina, muitas pessoas conseguem reorganizar suas finanças, reduzir gastos desnecessários e se aproximar de seus objetivos.

E aqui vai um ponto importante para refletir: mais do que buscar formas de como recuperar dinheiro perdido em apostas, o ideal é evitar que esse prejuízo aconteça.

Com informação, planejamento e escolhas mais conscientes, fica muito mais fácil manter o controle e direcionar o dinheiro para o que realmente faz sentido.

Se tem algo que essa pesquisa mostra é que pequenas mudanças de hábito podem gerar grandes impactos, e, muitas vezes, o primeiro passo é justamente repensar onde estamos colocando nosso dinheiro.

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Lisandra Pinheiro Lisandra Pinheiro

Lisandra Pinheiro é graduanda em Letras e faz parte da meutudo desde 2021. Começou na área de Customer Experience, e hoje, atua como redatora na equipe de Conteúdo. Se dedica especialmente a artigos previdenciários, trabalhistas e financeiros, ajudando as pessoas a se educarem sobre seus direitos e finanças. Nas horas vagas, adora apreciar um cafezinho e escrever poesia.

1989 artigos escritos