FGTS: índice de correção deve ser decidido pelo STF nos próximos dias
No dia 20 de abril o Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5.090 para mudar o índice de correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
O FGTS é um direito do trabalhador de carteira assinada, que tem como objetivo garantir um fundo de reserva para ser utilizado em casos de demissão, aposentadoria, entre outros.
Confira, a seguir, mais detalhes sobre a revisão do FGTS, alteração no índice de correção do fundo e a discussão sobre o tema no STF.
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O que você vai ler neste artigo:
Resumo da notícia
- O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar, em 20 de abril, a mudança do índice de correção do FGTS pela ADI 5.090.
- O FGTS é um direito dos trabalhadores com carteira assinada para garantir reserva financeira em situações como demissão e aposentadoria.
- O índice de correção do FGTS visa manter o valor real do dinheiro depositado, impactando significativamente o saldo final do trabalhador.
- A discussão no STF ocorre devido à defasagem da Taxa Referencial em relação à inflação, afetando o poder de compra dos trabalhadores.
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O que é o índice de correção do FGTS?
O índice de correção do FGTS é um indicador utilizado para atualizar o saldo das contas do fundo de garantia, compensando as perdas inflacionárias que ocorrem ao longo do tempo.
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O objetivo desse índice de correção é que o dinheiro depositado na conta do FGTS mantenha seu valor real, e assim o trabalhador tenha poder de compra quando sacar.
Existem vários índices que já foram utilizados para correção do FGTS ao longo dos anos, sendo os mais comuns o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e a Taxa Referencial (TR).
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A escolha do índice de correção pode ter impacto significativo no saldo final do trabalhador, pois cada índice apresenta uma variação diferente ao longo do tempo.
Atualmente, o índice utilizado tem sido o da Taxa Referencial que, desde 2021, está fixado em 0,0436% ao ano, mais juros de 3%.
Por que a discussão sobre a correção pelo STF?
O STF discutirá sobre a correção do índice monetário do FGTS devido ao fato de que a Taxa Referencial está ficando abaixo da inflação há anos.
Como resultado, os trabalhadores têm perdido poder de compra e, portanto, sindicatos e entidades representativas têm movido ações judiciais para a mudança desse índice.
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Com o julgamento pelo STF, espera-se que a decisão seja uniformizada e gere um entendimento sobre a correção mais justa para os trabalhadores assalariados.
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Perguntas frequentes
Como é feita a correção do FGTS atualmente?
Atualmente, a correção monetária do FGTS é definida de acordo com a Taxa Referencial (TR), que tem rendido abaixo da taxa de inflação desde 1999.
Por que a TR é considerada prejudicial aos trabalhadores?
A Taxa Referencial (TR) tem rendido abaixo da taxa de inflação, o que tem gerado perdas para os trabalhadores que têm dinheiro investido no FGTS.
Qual o índice de correção do FGTS e por que está em discussão no STF?
O índice de correção utilizado para atualizar o saldo do FGTS é a Taxa Referencial (TR), que está em 0,048% ao ano, mais juros de 3%. No entanto, tem rendido abaixo da taxa de inflação e gerado prejuízos aos trabalhadores. Por isso, está em discussão no STF.
Como seria a correção do FGTS se a ação for aprovada?
Se a ação for aprovada, o índice de correção do FGTS será substituído por um índice que acompanhe a inflação, mas ainda não foi definido qual.