Quem pesquisa quanto custa uma viagem para o Peru costuma se surpreender com o custo-benefício do destino.
Fora a passagem aérea, os gastos diários com hospedagem, alimentação e passeios são bem menores do que em destinos europeus ou norte-americanos.
Mas planejar bem faz toda a diferença. Machu Picchu, por exemplo, exige reserva de ingressos e trens com meses de antecedência, e esses custos precisam entrar no orçamento desde o início.
A seguir, você encontra os valores atualizados de cada etapa da viagem, o que visitar, a melhor época para ir e como organizar as finanças para tornar esse roteiro realidade.
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O que você vai ler neste artigo:
Quanto custa uma viagem para o Peru?
Saber quanto custa uma viagem para o Peru é fundamental para estar com tudo planejado antes de sair de casa. Uma viagem de dez dias custa, em média, entre R$5.500,00 e R$7.200,00 no perfil econômico, entre R$8.500,00 e R$11.500,00 no perfil intermediário e a partir de R$18.000,00 no perfil luxo.
Esses valores incluem passagem aérea, hospedagem, passeios, transporte interno e alimentação. Os principais custos a considerar são:
- Passagem aérea: maior gasto da viagem, com valores entre R$ 1.500,00 e R$ 3.500,00 em média
- Hospedagem: de hostels a hotéis de luxo, com ampla variação de preço
- Alimentação: um dos pontos mais acessíveis do roteiro, especialmente nos mercados locais
- Passeios e ingressos: Machu Picchu exige custos específicos que precisam ser planejados com antecedência
- Transporte interno: táxis, ônibus e trens nos Andes, com preços dolarizados em alguns trechos
- Seguro viagem: indispensável para qualquer destino internacional
Os valores variam bastante conforme o número de cidades visitadas e a época escolhida para a viagem.
Leia também: O que é e como montar um Planejamento financeiro?
Quanto custa a passagem para o Peru saindo do Brasil?
A passagem aérea costuma ser o maior gasto da viagem. O destino de chegada é o Aeroporto Internacional Jorge Chávez, em Lima, de onde o viajante pode seguir para Cusco de avião ou de ônibus.
Comprando com antecedência, é possível encontrar passagens a partir de R$1.500,00 ida e volta saindo de Guarulhos. Em períodos de alta temporada, os valores sobem para acima de R$4.000,00.
Os principais fatores que influenciam o preço são:
- Antecedência: comprar com pelo menos três meses de antecedência garante as melhores tarifas
- Escalas: voos com conexão costumam ser mais baratos, mas aumentam o tempo de viagem
- Cidade de saída: São Paulo e Rio de Janeiro têm mais opções e tarifas mais competitivas
- Alta temporada: junho a agosto é o período mais caro, com maior demanda de turistas
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Leia mais: Qual o melhor dia e horário para comprar passagem aérea?
Quanto custa conhecer Machu Picchu?
Machu Picchu costuma ser o principal objetivo da viagem ao Peru e exige custos específicos que precisam ser planejados com muita antecedência.
Somando ingresso, trem, ônibus, boleto turístico e despesas básicas, o custo médio para visitar Machu Picchu fica entre R$900,00 e R$1.400,00 por pessoa, sem contar as passagens aéreas do Brasil até o Peru.
Veja os custos detalhados:
- Ingresso: Ingressos vendidos apenas no site oficial do Ministério da Cultura do Peru. O Circuito 2, com a vista clássica, esgota rápido na alta temporada; compre com 6 a 8 semanas de antecedência.
- Trem: as passagens de trem entre Cusco e Águas Calientes custam em média US$ 130,00 por pessoa ida e volta na categoria padrão, operadas pela PeruRail e Inca Rail
- Ônibus: o ônibus de Águas Calientes até a entrada de Machu Picchu custa aproximadamente US$ 24,00 ida e volta
- Hospedagem em Cusco ou Águas Calientes: há opções para todos os perfis, de hostels a hotéis de luxo
- Guia local: um guia compartilhado custa em média entre US$ 20,00 e US$ 30,00 por pessoa
Machu Picchu tem limite de visitantes por dia, com até 5.600 pessoas na alta temporada e 4.500 nos demais meses. A entrada é rigorosa, com horários definidos entre 6h e 15h e fechamento às 17h30.
Confira: O que é o Seguro Renda
Quanto custa se hospedar e comer no Peru?
A hospedagem no Peru oferece ótimas opções para todos os orçamentos. As médias de preço são:
- Hostels: a partir de R$ 60,00 a R$ 100,00 por pessoa por noite
- Hotéis econômicos: diárias a partir de R$ 150,00 por noite
- Hotéis intermediários: entre R$ 200,00 e R$ 400,00 por noite
- Hotéis de luxo: em Cusco, hospedagem de categoria cinco estrelas têm diárias a partir de R$ 760,00 para o quarto duplo
Já a alimentação é um dos pontos mais positivos da viagem. É um país onde você pode gastar R$50,00 ou R$300,00 em um almoço, dependendo da escolha.
Os mercados locais e os restaurantes de “menu del día” oferecem refeições completas por preços honestos e com qualidade surpreendente.
O Peru é reconhecido como um dos melhores destinos gastronômicos do mundo, com pratos como o ceviche, o lomo saltado e o ají de gallina presentes em restaurantes de todos os perfis, do mais simples ao mais sofisticado.
Quais cidades visitar no Peru?
O Peru tem destinos para todos os perfis de viajantes. Os mais buscados por brasileiros são:
- Lima: capital cosmopolita e porta de entrada do país. Tem gastronomia de nível mundial, praias urbanas e museus importantes. É uma das cidades mais acessíveis do roteiro
- Cusco: base para visitar Machu Picchu e o Vale Sagrado dos Incas. Cidade histórica, charmosa e repleta de cultura andina. É conhecida por ser um dos destinos mais acessíveis das Américas
- Machu Picchu: a cidadela inca é o ponto alto do roteiro e exige planejamento específico, como já detalhado acima
- Arequipa: chamada de “Cidade Branca” pela arquitetura colonial em pedra vulcânica. Mais tranquila e menos cara que Cusco
- Puno e Lago Titicaca: destino essencial para quem quer conhecer o lago navegável mais alto do mundo e as ilhas flutuantes dos Uros
Quanto mais destinos o roteiro incluir, maior o custo com transporte interno. Para uma primeira viagem, focar em Lima, Cusco e Machu Picchu já garante uma experiência completa.
Confira: Dicas para viajar barato
Vale a pena fazer roteiro passando por mais de um país?
Muitas pessoas aproveitam a viagem ao Peru para montar um roteiro por mais de um país da América do Sul, criando uma espécie de “eurotrip” pela América Latina.
Os roteiros mais comuns entre brasileiros são:
- Peru + Chile: combina as ruínas e paisagens andinas do Peru com Santiago, o Atacama e o litoral chileno
- Peru + Bolívia: roteiro cultural intenso, incluindo o Salar de Uyuni e o Lago Titicaca dos dois lados da fronteira
- Peru + Argentina: para quem quer misturar a experiência andina com Buenos Aires, Mendoza ou a Patagônia
Esse tipo de roteiro exige mais dias de viagem e aumenta os gastos com transporte e hospedagem. Mas também otimiza o custo da passagem internacional, que já foi pago, e entrega uma experiência muito mais ampla da América do Sul em uma única viagem.
Entenda: Como viajar sem dinheiro?
Qual a melhor época para viajar para o Peru gastando menos?
Machu Picchu pode ser visitada durante o ano inteiro, mas os custos da viagem mudam bastante entre a alta e a baixa temporada.
- Alta temporada (junho a agosto): clima seco e dias ensolarados, mas é o período mais caro e movimentado. Evitar esses meses, especialmente junho a agosto, é a principal dica para quem quer economizar
- Estação seca (maio a setembro): em geral, boa época para visitar, com baixa probabilidade de chuva e trilhas mais seguras
- Estação chuvosa (outubro a abril): há maior probabilidade de chuvas, especialmente entre janeiro e fevereiro. Por outro lado, é a baixa temporada, com hospedagens e passagens de trem mais baratas e muito menos turistas
Para economizar com passagens e hospedagem, a melhor estratégia é viajar nos meses de abril, maio, setembro ou outubro. O clima ainda é razoável e os preços ficam bem abaixo da alta temporada.
Precisa de ajuda para organizar as finanças para a viagem? Veja opções
Planejar uma viagem ao Peru exige organização financeira, especialmente para cobrir ingressos, trens e passeios que precisam ser reservados com meses de antecedência.
Para quem precisa de uma ajuda para montar o orçamento, algumas modalidades de crédito podem ser usadas de forma planejada, desde que as parcelas caibam confortavelmente no orçamento do mês.
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O prazo de parcelamento do crédito é de até 108 meses e, após a aprovação, o dinheiro cai em até 24 horas úteis.
Agora, se você trabalha com carteira assinada, o Consignado CLT pode ser a melhor alternativa. Essa modalidade de crédito tem parcelas descontadas em folha, o que garante taxas menores do que as do crédito pessoal convencional.
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Comentário retirado da nossa pesquisa de satisfação 14/04/2023Atenção e o respeito à minha necessidade
Comentário retirado da nossa pesquisa de satisfação 07/03/2023É um aplicativo muito bom e tudo que tem nele é verdade, não fake news
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Comentário retirado da nossa pesquisa de satisfação 08/03/2023