Perdi um processo e não tenho como pagar. O que fazer?

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Enfrentar um processo judicial e sair derrotado pode ser uma experiência frustrante, e a situação se torna ainda mais difícil, quando não há recursos financeiros para quitar o valor definido na sentença. 

Quando você se depara com a realidade de: “perdi um processo e não tenho como pagar”, vêm muitas incertezas, medo da penhora de bens e até da possibilidade de prisão. 

Mas, existem alternativas viáveis e amparadas pela lei para resolver a situação sem desespero.

Confira o que é uma dívida judicial, os riscos de não a pagar, como evitá-la e, principalmente, quais caminhos seguir caso você tenha perdido um processo e não tenha como pagar. 

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O que é uma dívida judicial?

Uma dívida judicial é aquela reconhecida por uma decisão da Justiça. Isso significa que, após um processo, seja por inadimplência, pensão alimentícia, contratos ou outros  litígios, o juiz determina que uma das partes deve pagar um valor à outra. 

A sentença, nesse caso, tem força legal e pode ser executada caso não haja o pagamento voluntário.

As dívidas judiciais podem envolver:

Ao contrário das dívidas extrajudiciais, essas já passaram por análise e decisão de um juiz, o que torna seu não pagamento algo mais grave e sujeito a sanções como a penhora de bens.

O que acontece se eu não pagar uma dívida judicial?

Ignorar uma dívida judicial pode trazer consequências sérias. Quando uma sentença judicial determina o pagamento de um valor e ele não é cumprido, o processo entra em fase de execução, e os problemas podem agravar.

Confira o que pode acontecer se você não quitar a dívida determinada pela Justiça:

Penhora de bens

A penhora é uma das primeiras medidas adotadas pela Justiça para garantir o pagamento. Imóveis, carros, joias, e até valores em contas bancárias podem ser bloqueados ou leiloados. 

Mesmo bens que você considera essenciais podem ser atingidos, com exceção daqueles protegidos por lei, como o único imóvel da família (bem de família).

Saiba mais: Como saber o número do meu processo trabalhista pelo CPF?

Bloqueio de contas bancárias e salários

Através do sistema BacenJud, o juiz pode determinar o bloqueio de valores em suas contas correntes, poupanças e até aplicações financeiras. 

Em certos casos, até uma parte do salário pode ser retida, respeitando o limite legal de impenhorabilidade, que geralmente é 30% dos rendimentos líquidos.

Protesto em cartório e negativação

O devedor pode ser protestado em cartório e ter seu nome negativado nos órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa

Isso afeta diretamente sua vida financeira: desde dificuldades para abrir conta em banco, até bloqueios em financiamentos e empréstimos.

Restrição para atuar no mercado

Para quem é empresário ou presta serviços para o setor público, uma dívida judicial pode impedir a participação em licitações, contratos e até gerar sanções em cadastros públicos como o CADIN.

Prisão em caso de pensão alimentícia

Este é o único caso em que a dívida judicial pode levar à prisão. Se a dívida for referente a pensão alimentícia, o juiz pode decretar a prisão civil do devedor por até 90 dias, conforme previsto no artigo 528 do Código de Processo Civil.

Como evitar dívidas judiciais?

Evitar esse tipo de dívida envolve planejamento financeiro e, principalmente, diálogo. Confira algumas práticas preventivas:

  • Negocie antes de judicializar: antes de ir à Justiça, tente resolver diretamente com a outra parte
  • Documente tudo: mantenha contratos, recibos e conversas formalizadas
  • Esteja em dia com obrigações: principalmente as que envolvem pensão, impostos e acordos anteriores
  • Procure ajuda jurídica: em caso de dúvida, consulte um advogado para entender seus direitos e deveres

Confira: Como consultar bloqueio judicial pelo CPF online e grátis?

Perdi um processo e não tenho como pagar, e agora?

Se você perdeu um processo e agora não tem como pagar, a boa notícia é que, mesmo nesse cenário difícil, ainda há alternativas viáveis. 

Abaixo estão algumas estratégias que podem ajudar a resolver ou amenizar a situação.

Tentar acordo com o credor

Muitos credores estão dispostos a negociar, principalmente se perceberem que o devedor não tem meios para quitar a dívida de imediato. A proposta pode incluir:

  • Desconto para pagamento à vista
  • Parcelamento direto
  • Carência para o primeiro pagamento

Negociar é sempre mais vantajoso do que esperar pela execução judicial.

Buscar parcelar a dívida

Em muitos casos, a Justiça permite o parcelamento da dívida, principalmente se o devedor comprovar que não tem como pagar integralmente. O parcelamento pode ser feito por meio de:

  • Pedido de parcelamento judicial
  • Proposta de acordo nos autos do processo

Sempre com acompanhamento de um advogado, é possível formalizar essa alternativa e evitar a penhora de bens.

Acordo judicial

O acordo judicial é um dos caminhos mais seguros. Ele é homologado por um juiz e tem validade legal. Além disso, evita a continuidade de ações de cobrança, execução e bloqueios.

O importante é que ambas as partes concordem com os termos e valores.

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Se você perdeu um processo e não tem como pagar, o Trocador de Dívidas aqui da meutudo permite substituir dívidas com juros altos por opções mais acessíveis, com análise personalizada, feita com base no perfil financeiro de cada pessoa. 

O processo é simples e seguro, basta compartilhar informações básicas sobre seus débitos, e a nossa plataforma apresenta as melhores opções para trocar o crédito e quitar essas pendências.

Confira abaixo o passo a passo de como utilizar o Trocador de Dívidas:

Para começar a interação como o nosso Trocador de Dívidas, acesse esse link e clique em “começar agora mesmo“, como indicado na imagem abaixo:

Etapa 1

Então, o Trocador de Dívidas irá perguntar alguns dados básicos, começando pelo seu nome (que não precisa ser o completo, apenas o primeiro).

Etapa 2

Depois, precisamos entender a sua atual situação.

Essas respostas são muito importantes para que a ferramenta identifique onde você tem oportunidades de crédito mais barato, para baixar os juros da sua dívida mais cara.

Por exemplo, a atual ocupação:

Etapa 3

E, claro, a dívida que lhe incomoda:

Etapa 3 E assim, seguirá uma série de perguntas para entender o tipo da sua dívida, o quão atrasada ela está, o valor atual, se houve parcelamento ou não, entre outras informações importantes.

Depois de entender do que se trata a sua dívida, a ferramenta irá retornar com a melhor opção de crédito para o seu perfil. Ou seja, modalidades com juros mais baixos.

Etapa 4

Na prática, são opções disponíveis para simular e, se liberadas, contratar, de acordo com o valor liberado.

Assim que esse valor cair na conta, você quita a dívida mais cara, ficando apenas com o valor do novo crédito adquirido, com juros mais baixos que o anterior.

Além disso, é uma solução indicada para quitar dívidas negativadas, também.

Se você perdeu um processo e não tem como pagar, saiba que não está sozinho. Essa é uma realidade para muitos brasileiros, mas também existem saídas. 

A chave é agir com estratégia, buscar acordos, parcelamentos ou até trocar a dívida por uma mais leve no bolso. 

O importante é não ignorar a dívida, pois as consequências podem ser severas com o tempo.

Agora que você entende melhor o que fazer, avalie suas opções, consulte um profissional da área e, se possível, utilize ferramentas confiáveis como o Trocador de Dívidas da meutudo para encontrar a melhor saída.

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FAQ

Perguntas frequentes

Toda dívida pode virar uma dívida judicial?

Não. Somente as dívidas levadas à Justiça e reconhecidas por um juiz se tornam judiciais.

Ainda tem dúvidas?

Dívida judicial pode levar à penhora de bens?

Sim, a Justiça pode penhorar imóveis, veículos, salários e outros bens do devedor.

Ainda tem dúvidas?

Posso ser preso por não pagar uma dívida judicial?

Depende. Apenas dívidas alimentícias podem resultar em prisão, as demais não.

Ainda tem dúvidas?

Qual a diferença entre dívida judicial e extrajudicial?

A judicial é reconhecida por sentença, enquanto a extrajudicial é um acordo direto entre partes.

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