Você já ouviu falar em leasing e ficou em dúvida sobre o que exatamente significa? Esse termo, é a forma técnica de se referir ao arrendamento mercantil, um tipo de contrato em que uma empresa ou pessoa física pode utilizar um bem.
Na prática, o leasing funciona como uma alternativa para quem busca flexibilidade no uso de bens de alto valor, com a possibilidade de aquisição futura.
Confira como essa modalidade funciona, conhecer seus principais tipos e descobrir quais são as vantagens e desvantagens que ela pode oferecer no seu planejamento financeiro.
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O que você vai ler neste artigo:
Leasing é um tipo de contrato financeiro também conhecido como “arrendamento mercantil”.
Nesse tipo de contrato, uma empresa (arrendadora) compra um bem escolhido por outra parte (arrendatária) e o cede para uso mediante pagamento mensal por um prazo determinado.
Durante esse período, o arrendatário utiliza o bem como se fosse seu, mas a propriedade legal continua com a arrendadora até o fim do contrato.
Esse modelo é muito usado por empresas e pessoas que desejam utilizar bens de alto valor, como veículos, equipamentos industriais ou até imóveis, sem a necessidade de efetuar a compra imediatamente.
No final do contrato, o arrendatário pode escolher entre comprar o bem, renovar o contrato ou devolvê-lo.
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O leasing pode assumir diferentes formatos, dependendo do objetivo do arrendatário e da estrutura do contrato.
Cada tipo apresenta particularidades quanto à posse, manutenção do bem, obrigações fiscais e possibilidade de compra ao final do contrato.
Entender essas variações é essencial para escolher a opção mais adequada ao seu perfil ou ao da sua empresa.
Confira a seguir os principais tipos de leasing disponíveis no mercado brasileiro:
Esse é o modelo mais tradicional e amplamente utilizado, especialmente por empresas que pretendem adquirir o bem no final do contrato.
No leasing financeiro, o arrendatário assume a maioria dos custos relacionados ao bem, como seguro, manutenção e tributos, e paga parcelas mensais que, na prática, funcionam como uma antecipação da compra.
Ao término do contrato, é possível adquirir o bem pagando o valor residual previamente acordado.
O leasing operacional é mais flexível e costuma ser usado quando o objetivo é apenas utilizar o bem por um período determinado, sem intenção de compra.
Nesse caso, o arrendador permanece responsável por custos de manutenção e atualização do bem.
É muito comum em contratos de equipamentos de tecnologia ou veículos corporativos, em que a constante renovação dos ativos é essencial. Ao fim do contrato, o bem é geralmente devolvido.
O leaseback é uma estratégia usada por empresas que já possuem um bem, como um imóvel ou máquina, mas desejam aumentar seu capital de giro.
Nesse caso, a empresa vende o bem para uma instituição financeira e, em seguida, o aluga por meio de um contrato de leasing.
Com isso, continua utilizando o bem normalmente, mas libera recursos para investir em outras áreas. No final, ainda pode recomprar o ativo.
Embora menos comum, o leasing imobiliário é uma alternativa interessante para quem deseja financiar um imóvel com mais flexibilidade.
Nesse modelo, a instituição financeira adquire o imóvel e o arrenda ao cliente. Ao final do contrato, o arrendatário pode optar por comprar o imóvel, normalmente por um valor residual acordado.
É uma modalidade que exige mais análise jurídica e contratual, sendo mais frequente em operações corporativas ou em parcerias de longo prazo.
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O contrato de leasing é um acordo jurídico entre duas partes, arrendadora (quem cede o bem) e arrendatária (quem utiliza o bem), que estabelece todas as condições para o uso temporário de um bem com possibilidade de compra futura.
Na prática, esse contrato funciona como uma combinação entre aluguel e financiamento, mas com características próprias.
Ele garante o direito de uso do bem por um período determinado, mediante pagamento de parcelas mensais, sem transferência imediata de propriedade.
Confira os principais pontos que compõem o contrato de leasing:
Além disso, o contrato de leasing costuma ser irretratável por um período mínimo, o que significa que não pode ser encerrado antecipadamente sem multas ou penalidades.
Por isso, é fundamental que todas as cláusulas sejam lidas com atenção e, se possível, analisadas com apoio jurídico antes da assinatura.
Esse modelo é regulado por normas do Banco Central e está sujeito à legislação específica, como a Resolução nº 2.309/96, que define as diretrizes do arrendamento mercantil no Brasil.
Embora o leasing, o aluguel e o financiamento envolvam o uso de bens, essas três modalidades funcionam de forma bastante distinta em termos legais, financeiros e operacionais.
Confira abaixo as principais diferenças:
| Diferença entre leasing, aluguel e financiamento | |||
|---|---|---|---|
| Modalidade | Propriedade | Pagamentos abatendo o preço | Opção de compra |
| Aluguel | Não | Não | Não comum |
| Leasing | Fica com o arrendador | Sim (em alguns tipos) | Sim, conforme contrato |
| Financiamento | Você (alienado) | Sim | Sim, automático |
O leasing tem semelhanças com o aluguel, mas sempre traz a possibilidade de compra. Só que, diferente do financiamento, onde o bem já é seu (embora com alienação fiduciária), no leasing a transferência depende da opção escolhida no contrato.
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O leasing é uma modalidade cada vez mais utilizada por empresas e, em alguns casos, até por pessoas físicas.
Ele oferece uma forma alternativa de acessar bens de alto valor sem a necessidade de compra imediata.
No entanto, como qualquer solução financeira, também apresenta limitações que precisam ser bem compreendidas antes de optar por esse caminho.
Saiba mais: O que é e como funciona o empréstimo para capital de giro?
O leasing surge como uma alternativa estratégica entre aluguel e financiamento, unindo flexibilidade ao poder de compra futura.
Entender os diferentes tipos é essencial para tomar a decisão certa. Se você busca usar um bem sem comprometimento imediato de capital, mas com possibilidade de aquisição ao final, o leasing pode ser ideal.
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O leasing financeiro é semelhante a um financiamento, pois amortiza o valor do bem e permite compra ao final. No entanto, juridicamente, trata-se de arrendamento mercantil, uma categoria distinta.
Depende do contrato. O leasing financeiro geralmente é não revogável sem custos altos. Já o operacional pode ter rescisão com aviso prévio, dependendo da cláusula contratual.
Sim, é possível, mas a modalidade imobiliária é complexa para pessoas físicas e geralmente mais acessível a empresas.
No aluguel, você paga pelo uso e devolve ao final, sem opção clara de compra. No leasing, há maior estrutura contratual, com possibilidade de compra ou renovação, e foco em amortizar o bem.
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