Investimento em educação dos filhos: Tesouro promove nova modalidade
Foi lançado na última quinta-feira (19) pelo Tesouro Nacional um novo formato que permite o investimento coletivo na educação de crianças e adolescentes.
O objetivo da iniciativa é incentivar famílias a criar uma espécie de poupança visando ter fundos para a educação e formação dos jovens.
Entenda a seguir como funciona a nova modalidade de investimento e confira o valor mínimo para investir no Tesouro Direto. Continue a leitura para saber mais.
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O que você vai ler neste artigo:
Resumo da notícia
- Tesouro Nacional lançou nova modalidade de investimento coletivo para educação de crianças e adolescentes
- Iniciativa visa incentivar famílias a pouparem para custear educação e formação dos jovens
- Investimento será feito através do Tesouro Direto, com duração de 3 a 18 anos
- Famílias poderão investir coletivamente para auxiliar no pagamento de faculdade, intercâmbio e outras despesas educacionais
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Tesouro Nacional: investimentos na educação de crianças
O investimento cujo objetivo é custear a educação e formação das crianças e jovens começa a ser disponibilizado pelo Tesouro Nacional e será realizado através do Tesouro Direto.
Investimento Tesouro Direto: como funciona? O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional de venda de títulos públicos federais para pessoas físicas.
O objetivo principal desta medida é ajudar as famílias a formar uma poupança para suprir as necessidades na educação de jovens de idade inferior a 18 anos.
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Estes investimentos para iniciantes poderão ser usados para pagar uma faculdade particular, um intercâmbio ou para custear gastos diversos com materiais e moradia no ensino superior.
Assim, familiares do jovem poderão investir coletivamente nesta poupança para auxiliar na sua formação com o montante acumulado.
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Tesouro Educa+
O Tesouro Educa+ foi lançado em agosto pelo Tesouro Nacional. A duração dos investimentos oferecidos vai entre 3 e 18 anos.
No primeiro momento, quem for investir poderá escolher o ano que deseja começar a receber a renda mensal, durante o período de 5 anos.
Responsáveis que desejam poupar para investir na faculdade do jovem, por exemplo, podem escolher uma data de início, considerando o ano que o menor deverá começar o curso superior, para começar a ter acesso aos rendimentos.
Logo, se o filho está começando ao Ensino Médio, e a família quer guardar o dinheiro para investir na faculdade, pode investir em um título que vence em 3 anos, por exemplo.
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Desta forma, ao concluir o colegial, o jovem já passa a receber a renda mensal para ajudar no pagamento das mensalidades de sua faculdade ou outras despesas relacionadas.
O site do Tesouro Direto disponibiliza um simulador do investimento para facilitar a visualização e planejamento desta modalidade.
Assim, preenchendo dados como idade do menor, idade em que pretende começar o curso superior e outras informações, será possível prever o valor para chegar à renda mensal pretendida no período em questão.
A renda que será recebida ao final do prazo passa por correção mensal conforme a inflação.
Como o financiamento coletivo irá funcionar?
Para investir no Tesouro, nesta modalidade, a família deve seguir os seguintes passos:
- Os pais ou responsáveis devem acessar o Portal do Investidor no site do Tesouro Direto utilizando seu CPF e senha cadastrados ou sua conta gov.br;
- Ao acessar, o titular deve criar uma campanha colaborativa para o jovem, com nome e descrição, que ficarão visíveis para os contribuintes;
- Na criação, o responsável deve escolher entre um dos títulos do Tesouro Educa+, que variam conforme o prazo do investimento;
- Após a criação da campanha, um link de compartilhamento será gerado, cujo responsável poderá enviar para familiares e amigos que queiram contribuir;
- Por último, o apoiador deve se identificar no site do Tesouro Direto (nome, CPF, e-mail) e selecionar o valor da contribuição para o jovem.
O valor mínimo do investimento no Tesouro Direto é de R$ 30,00.
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O Tesouro Nacional está analisando lançar também outras funcionalidades para o Tesouro Direto, como a possibilidade da utilização de títulos como garantia em empréstimos ou caução para contratos de aluguel.
“Dá pra trabalhar essas questões e reduzir custo financeiro do acesso ao crédito, na questão de aluguéis, pode ajudar a baratear custo de caução, trazer segurança financeira pra esse sistema, está no radar, deve ser anunciado logo em breve”, diz o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron.
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Perguntas frequentes
Quais são os tipos de educação financeira?
Existem diferentes tipos de educação financeira, incluindo educação financeira pessoal, educação financeira para empreendedores, educação financeira familiar e educação financeira para investidores. Cada tipo aborda aspectos específicos relacionados às finanças.
Como iniciar uma educação financeira?
Comece definindo metas financeiras, estabelecendo um orçamento, acompanhando seus gastos e aprenda sobre conceitos básicos de finanças, como poupar, investir e gerenciar dívidas. Além disso, busque recursos como livros, cursos ou consultorias especializadas para entender mais o assunto.
Quais os melhores livros de educação financeira?
Alguns dos melhores livros de educação financeira são: Pai Rico, Pai Pobre, de Robert Kiyosaki; Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker; O Homem Mais Rico da Babilônia, de George S. Clason e O Investidor Inteligente, de Benjamin Graham.
Por que ler livros de educação financeira?
Para entender como gerenciar o dinheiro, investir com sabedoria, evitar armadilhas financeiras e alcançar a estabilidade econômica. Lendo esse tipo de livro é possível conhecer estratégias e exemplos práticos para contribuir com a saúde e o sucesso financeiro a longo prazo.