As medidas protetivas são instrumentos legais essenciais para a proteção de pessoas em situação de risco, especialmente em casos de violência doméstica.
Mas muitas dúvidas surgem sobre o impacto delas na vida do acusado, incluindo se a medida protetiva suja o nome e afeta o financeiro do usuário.
Para esclarecer isso, neste artigo, você entenderá o que é uma medida protetiva, como ela funciona e saberá se ela suja o nome da pessoa envolvida e quais são as consequências.
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O que você vai ler neste artigo:
O que é uma medida protetiva?
Uma medida protetiva é uma providência legal tomada pelo sistema judiciário para proteger uma pessoa em risco de sofrer algum tipo de dano, seja ele físico ou psicológico.
Essas medidas podem incluir restrições ou proibições específicas à pessoa agressora. Isso inclui o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato com a vítima, e outras ações necessárias para garantir a segurança da pessoa ameaçada.
Essas medidas são regulamentadas pela Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que foi criada para combater e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher.
Como funciona a medida protetiva?
Quando uma vítima de violência decide solicitar proteção, o processo começa com a denúncia em uma delegacia especializada ou em uma delegacia comum, dependendo da disponibilidade da região.
Após o registro da ocorrência, a autoridade policial encaminhará o pedido de medida protetiva a um juiz, que avalia as evidências apresentadas.
O juiz tem o poder de determinar as medidas protetivas de urgência, que têm o objetivo de proteger a vítima imediatamente.
As medidas protetivas podem incluir o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato com a vítima, a restrição de visitas a filhos menores e outras ações que o juiz considere necessárias.
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Durante esse período, o agressor deve cumprir rigorosamente as determinações judiciais, sob pena de prisão e outras penalidades legais.
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Afinal, medida protetiva suja o nome da pessoa?
Não, a medida protetiva não suja o nome da pessoa. Medidas protetivas de urgência não são registradas em órgãos de proteção ao crédito como SPC e Serasa.
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Isso acontece porque as medidas protetivas não afetam o crédito e não envolvem questões financeiras ou comerciais.
Portanto, mesmo que uma pessoa tenha uma medida protetiva contra si, isso não será refletido em seu histórico financeiro, score do Serasa ou junto a outros órgãos de proteção ao crédito.
O nome fica sujo depois de revogar a medida protetiva?
Mesmo após a revogação da medida protetiva, a pessoa não fica com o nome negativado. A medida protetiva é um mecanismo jurídico voltado exclusivamente para a proteção da vítima e não envolve questões financeiras.
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Dessa forma, quando o juiz decide que a medida não é mais necessária, seja por mudança na situação de risco ou por acordo entre as partes, a revogação é formalizada sem ser registrada nos órgãos de proteção ao crédito.
Quais as consequências de uma medida protetiva?
As medidas protetivas têm diversas consequências que vão além da simples restrição de contato com a vítima, como:
- O acusado pode ser obrigado a se afastar do domicílio compartilhado com a vítima
- Qualquer forma de comunicação com a vítima é bloqueada, seja direta ou indireta
- O acusado tem limitações ou suspensão do direito de visita aos filhos menores
- Tem a suspensão da posse ou restrição do porte de armas
- Possibilidade de prisão e outras punições em caso de descumprimento das ordens judiciais
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Além disso, o agressor pode ainda ter que fornecer suporte financeiro a vítima e comparecer a programas de recuperação e reeducação além de receber acompanhamento psicossocial.
O que fazer se for intimado sobre medida protetiva?
Se você for intimado sobre uma medida protetiva, é essencial agir de maneira responsável e seguir as orientações legais para evitar complicações a mais.
Primeiramente, leia a intimação para entender todas as restrições impostas e as consequências do descumprimento.
Em seguida, procure imediatamente a assistência de um advogado especializado em direito familiar ou criminal para obter orientação jurídica adequada sobre seus direitos e deveres.
É importante lembrar que desobedecer a uma medida protetiva pode resultar em sanções severas, incluindo prisão de 3 meses a 2 anos.
Se você acredita que a medida é injusta, recolha todas as evidências que possam sustentar seu caso e apresente-as ao seu advogado para que ele possa preparar uma defesa adequada.
Com isso, você agora sabe que uma medida protetiva não suja o nome, mas pode trazer outras consequências, inclusive quando a medida não é obedecida.
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Perguntas frequentes
Medida protetiva de urgência suja o nome na certidão?
Não, a medida protetiva de urgência não suja o nome, pois ela é uma ação judicial para proteção da vítima e não envolve registro em órgãos de crédito ou antecedentes criminais.
Qual o prazo de validade de uma medida protetiva?
A validade da medida protetiva pode variar de acordo com a decisão judicial que a estabeleceu. Geralmente, o prazo varia de 3 meses a 1 ano, por exemplo.
Como saber se a medida protetiva foi cancelada?
Para saber se a medida protetiva foi cancelada, consulte seu advogado ou verifique diretamente no tribunal onde a medida foi emitida para receber informações atualizadas.
Quando a medida protetiva vira processo?
A medida protetiva pode resultar em um processo criminal se houver descumprimento das ordens judiciais ou se for parte de um caso de violência doméstica que envolve outras acusações criminais. O processo é decidido pelo juiz com base nas evidências.
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