O governo federal deu início a uma série de ações emergenciais para socorrer as vítimas do tornado que devastou, principalmente, o município de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, na última sexta-feira (7).
Entre as principais medidas, está a liberação do saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os trabalhadores atingidos.
A decisão foi confirmada neste sábado (8) pela ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, durante visita à região.
Com ventos que chegaram a 250 km/h, o tornado, classificado como F3 pelo Simepar, resultou em mortos, centenas de feridos, além de milhares de desalojados.
A mobilização envolve esferas municipais, estaduais e federais, com destaque para o apoio financeiro e estrutural imediato após ciclone tornado no Paraná. Confira mais detalhes a seguir.
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O que você vai ler neste artigo:
A principal medida anunciada pelo governo é a liberação do FGTS por meio da modalidade Saque Calamidade, que permite ao trabalhador retirar parte do fundo em caso de desastres naturais.
Para que isso ocorra, é necessário que o município tenha a situação de calamidade reconhecida oficialmente pelo governo federal, o que já está em andamento.
A Caixa Econômica Federal foi acionada para agilizar os trâmites. Segundo Gleisi Hoffmann, a instituição vai atuar diretamente com as prefeituras para permitir o acesso ao benefício o mais rápido possível.
“Estamos tomando providências em relação ao FGTS, à liberação do Fundo de Garantia. Conversei com o presidente da Caixa antes de vir pra cá”, afirmou a ministra.
Para solicitar o saque do FGTS em situações de calamidade, os trabalhadores precisam atender a alguns critérios básicos:
A previsão é de que os saques possam ser solicitados diretamente pelo aplicativo FGTS, mas também haverá pontos de apoio presenciais nas cidades afetadas.
Segundo dados do governo estadual, o tornado deixou seis mortos, cinco em Rio Bonito do Iguaçu e um em Guarapuava. Mais de 750 pessoas foram atendidas pelas equipes de saúde com ferimentos diversos.
A situação é crítica: 90% da infraestrutura urbana de Rio Bonito do Iguaçu foi comprometida.
Escolas, postos de saúde, casas e redes de energia foram severamente danificadas, exigindo uma operação de reconstrução urgente.
Além da liberação do FGTS, a ministra Gleisi Hoffmann garantiu que o governo federal vai atuar diretamente na reconstrução da cidade. O foco estará em recuperar escolas, unidades de saúde e moradias.
“O que o prefeito vai precisar de ajuda é para reconstrução de escola, unidades de saúde, ajuda pra reconstruir casa, isso tudo o governo federal tem condição de dar”, destacou a ministra.
O governo também mobilizou a Força Nacional do SUS para ajudar no atendimento às vítimas e no suporte aos hospitais locais, que operam sob pressão após o desastre.
Confira: Regras de utilização do FGTS: quando e como usar seu saldo
A Defesa Civil estima que cerca de 1.000 pessoas estão desalojadas e 28 ficaram completamente desabrigadas.
Um abrigo foi montado na cidade vizinha, Laranjeiras do Sul, com capacidade para 80 pessoas, enquanto em Rio Bonito do Iguaçu foram instaladas estruturas provisórias para triagem, alimentação e atendimento a idosos.
O Ginásio do Bugre está servindo como ponto de cadastramento para famílias que tiveram suas casas danificadas.
Esse registro é necessário para que recebam os auxílios emergenciais e possam acessar benefícios como o FGTS calamidade.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também foi mobilizado. A ideia é avaliar a necessidade de conceder novos benefícios assistenciais e previdenciários a quem perdeu documentos, teve a rotina comprometida ou ficou sem condições de trabalhar.
Em meio a esse cenário, a articulação entre os governos municipal, estadual e federal tem sido fundamental para acelerar as ações.
Prefeituras locais estão atuando junto à Defesa Civil e ao Exército para mapear os danos e organizar a logística de distribuição de ajuda humanitária.
A liberação do FGTS é uma das medidas mais esperadas pelas vítimas, que agora aguardam a conclusão do processo de reconhecimento da calamidade para acessarem os recursos.
Enquanto isso, a reconstrução da cidade e a assistência às famílias seguem como prioridade.
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Você precisa morar em uma área afetada com estado de calamidade reconhecido e ter saldo disponível na conta do FGTS.
Em Rio Bonito do Iguaçu, o cadastro está sendo feito no Ginásio do Bugre. Leve documentos e fotos dos danos, se possível.
Após o reconhecimento oficial da calamidade e habilitação do município pela Caixa, o prazo médio é de 5 a 10 dias úteis.
Documento com foto, comprovante de residência atualizado e, se possível, laudo ou fotos que comprovem os danos.
Aplicativo bem fácil de usar
Comentário retirado da nossa pesquisa de satisfação 14/04/2023Atenção e o respeito à minha necessidade
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