O Banco Central (BC) anunciou um novo pacote de medidas de segurança para o Pix e outras transferências eletrônicas (TED) para reforçar a proteção dos usuários e combater crimes financeiros.
As mudanças buscam conter golpes e fraudes cibernéticas, especialmente em empresas que acessam o sistema por meio de prestadores de tecnologia.
As regras já estão em vigor e afetam apenas 79 instituições, o que representa menos de 1% das operações feitas no país. Continue lendo para entender o que muda e quem será impactado pelas novas regras do Pix.
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O que você vai ler neste artigo:
Segundo o Banco Central, o novo limite de R$ 15 mil por transação vale exclusivamente para instituições sem autorização direta de operação.
Isso inclui fintechs e intermediários tecnológicos que usam provedores de serviços (os chamados PSTIs). As principais mudanças são:
O BACEN reforçou que a mudança não afeta usuários de bancos tradicionais nem fintechs já autorizadas, cujos limites de Pix continuam sendo definidos de forma personalizada por cada instituição.
O Banco Central explicou que o Pix se tornou o principal alvo de golpes digitais, com o aumento de sequestros e fraudes envolvendo transferências instantâneas.
O novo teto é considerado um “freio de emergência temporário”, até que todas as instituições estejam devidamente regulamentadas.
A autoridade monetária também destacou que 99% das transações de pessoas jurídicas (CNPJ) já ficam abaixo do novo limite, o que significa baixo impacto no volume total de operações.
Para o usuário comum, nada muda: transferências via Pix, TED e Pix Parcelado continuam funcionando normalmente.
Já para empresas de menor porte ou instituições financeiras que ainda não possuem autorização do BC, as operações acima de R$ 15 mil serão bloqueadas automaticamente.
Embora o impacto para o consumidor final seja mínimo, as fintechs e prestadores de tecnologia precisarão se adequar rapidamente para continuar operando.
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Não. As mudanças nos limites do Pix atingem apenas instituições ainda não autorizadas pelo Banco Central. Bancos e fintechs regulares continuam com seus próprios limites.
O valor máximo para transações de Pix e TED em instituições financeiras não reguladas ou com provedores de T.I. será de R$ 15 mil por operação.
As novas regras do Banco Central para o Pix e TED já estão valendo, e o prazo para regularização das empresas vai até maio de 2026.
O objetivo da restrição no Pix aplicada pelo BACEN é reduzir fraudes, ataques cibernéticos e lavagem de dinheiro no sistema financeiro.