Empresa de segurança explica diferenças entre o Pix e Drex

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Saiba o que vai mudar no Pix e entenda as diferenças da funcionalidade com o Drex, moeda digital criada pelo Banco Central.

O Pix é uma espécie de transação bancária que se popularizou por sua grande praticidade, segurança e rapidez, e continua sendo cada vez mais utilizado em todo o país.

Com base no sucesso desta inovação do mundo financeiro, o Banco Central também está desenvolvendo o Drex, um tipo de moeda digital que ajudará ainda mais a promover a inclusão financeira da população.

Por isso, confira a seguir as diferenças entre as transações Pix e Drex, entenda o que vai mudar no Pix, além de mais detalhes sobre os modelos financeiros digitais. Continue a leitura.

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Resumo da notícia
  • O Pix é uma transação bancária instantânea, gratuita, popular no Brasil desde 2020, conhecida pela praticidade e rapidez.
  • O Drex é uma moeda digital em desenvolvimento pelo Banco Central, com o objetivo de promover a inclusão financeira e facilitar serviços financeiros e investimentos.
  • O Drex busca automatizar pagamentos, contratos inteligentes e acesso ao crédito, podendo ser complementar ao Pix, sem substituí-lo.
  • O Banco Central estabeleceu diretrizes de privacidade e segurança para o Drex, garantindo sigilo bancário e proteção de dados, utilizando a Rede do Sistema Financeiro Nacional.
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Afinal, quais são as diferenças entre o Pix e o Drex?

O Pix ficou conhecido desde 2020, quando foi criado e começou a ser utilizado para transferir dinheiro instantaneamente entre diferentes contas bancárias, de forma imediata.

Esta transação oferece praticidade e rapidez, além de ser totalmente gratuita. O envio imediato do saldo tornou as transações financeiras rápidas e simplificadas.

Enquanto o Pix visa inclusão e facilitação de transferências bancárias, o Drex, é uma forma de aumentar e popularizar a oferta e consumo de serviços financeiros e investimentos.

Confira: Principais dúvidas sobre o Pix em 2023

O principal objetivo do Drex é introduzir maior parcela da população a serviços financeiros diversos.

Com o Drex, será ainda mais fácil automatizar ou condicionar pagamentos em várias situações do dia a dia, onde a moeda digital será introduzida e facilitada.

Ambas tecnologias são parte da agenda do Banco Central, como parte do planejamento estratégico da autoridade monetária brasileira.

O que se sabe sobre o Drex?

A sigla Drex significa Digital Real Eletrônico Expressivo.

O Drex se trata da programabilidade, que, buscando promover transações e contratos mais inteligentes, permitindo a automatização de pagamentos, além de pagamentos de ativos financeiros ou bens de alto valor.

Essa programabilidade também pode ser o uso de colaterais ou garantias para a contratação de serviços financeiros, como a operação de empréstimos.

Assim, o Drex deverá facilitar o acesso ao crédito até mesmo para a população com menos condição, aumentando suas chances de conseguir estas operações.

Do mesmo modo que o pagamento em Pix, o Drex também deverá ser oferecido através dos aplicativos dos bancos.

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Até o momento, não há informações de que o Pix e o Drex podem ser produtos rivais, pelo contrário – o Drex e o Pix para 2023, podem, perfeitamente, ser complementares.

Ou seja, o Pix não deve ser substituído pelo Drex, pois ambas ferramentas deverão ajudar a modernizar o sistema financeiro com a ajuda da tecnologia, buscando beneficiar a população e promover inovação e inclusão.

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Drex é seguro?

O Banco Central estabeleceu duas diretrizes muito importantes para testar o Drex, sendo elas: privacidade, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a segurança.

A nova ferramenta deve garantir que, no Drex, todo o sigilo bancário será respeitado – o que é considerado desafiador.

Na questão da segurança, também devem ser utilizadas todas as medidas protetivas de dados no Drex.

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Nesta análise, foi estipulado que deve ser utilizada a Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN), que traz grande nível de segurança por ser fechada entre os participantes do sistema financeiro nacional.

Logo, com a implementação destas medidas de segurança, a operação será totalmente segura, conforme normas do Banco Central.

Qual o formato de dinheiro utilizado por ambos?

O formato do dinheiro que será usado no Drex é diferente do dinheiro que usamos com o Pix, nas contas bancárias usuais.

O Drex é um tipo de dinheiro digital, em formato chamado tokenizado. O formato, que também pode ser chamado de moeda digital, é a mesma moeda que temos em formato físico ou que transferimos no Pix, por exemplo.

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No entanto, por possuir formato tokenizado, haverá ainda mais segurança e eficiência nestes ativos, permitindo a utilização do método de forma inclusiva e segura por todos.

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FAQ

Perguntas frequentes

O que é o Drex?

O Drex é a sigla para Digital Real Eletrônico Expressivo, o nome dado pelo Banco Central para a futura moeda virtual brasileira. Ele será uma forma de pagamento digital que terá o mesmo valor e as mesmas funções do real, mas sem a necessidade de usar cédulas ou moedas físicas.

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Como vai funcionar o Drex?

Para utilizar o Drex, o consumidor precisará depositar a quantia desejada em reais em uma carteira virtual, a qual efetuará a conversão da moeda física para Drex. Esse procedimento é chamado de “tokenização”.

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Quando o Drex estará disponível para o público?

O Banco Central espera lançar o Drex ao público no final de 2024 ou início de 2025, após concluir as fases de testes e de implementação.

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O Drex vai substituir o real físico?

Não, o Drex não vai substituir o real físico, mas sim complementá-lo, dando mais opções aos consumidores e aos comerciantes. O real físico continuará existindo e sendo aceito como forma de pagamento no país.

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Lisandra Pinheiro Lisandra Pinheiro

Lisandra Pinheiro é graduanda em Letras e faz parte da meutudo desde 2021. Começou na área de Customer Experience, e hoje, atua como redatora na equipe de Conteúdo. Se dedica especialmente a artigos previdenciários, trabalhistas e financeiros, ajudando as pessoas a se educarem sobre seus direitos e finanças. Nas horas vagas, adora apreciar um cafezinho e escrever poesia.

1991 artigos escritos