O financiamento coletivo é uma ferramenta acessível que serve para levantar recursos a fim de executar alguma ideia.
A proposta é reunir pequenas quantias de muitas pessoas para alcançar um objetivo específico, seja ele cultural, social ou até empresarial.
Saiba mais sobre o financiamento coletivo, os tipos existentes, como criar ou apoiar uma campanha, além de conhecer seus benefícios, riscos, questões fiscais e se existe regulamentação no Brasil.
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O que você vai ler neste artigo:
O que é financiamento coletivo?
O financiamento coletivo é uma forma de arrecadar dinheiro para um projeto específico por meio do apoio financeiro de diversas pessoas.
Ao invés de depender de um único investidor ou de empréstimos bancários, quem cria a campanha convida o público a contribuir com valores que cabem no bolso de cada um.
Saiba mais: O que é financiamento imobiliário?
Funciona como um custeio em conjunto, cada colaborador dá uma pequena quantia, mas, somadas, elas tornam possível viabilizar iniciativas que dificilmente sairiam do papel.
Esse modelo é utilizado para os mais diversos fins, desde lançar um livro ou produzir um filme até ajudar uma ONG (Organização Não Governamental), financiar uma startup ou apoiar alguém em situação de emergência.
Tipos de financiamento coletivo
Existem diferentes formatos de financiamento coletivo, cada um com características próprias.
Cada tipo tem regras próprias, expectativas diferentes e se encaixa melhor dependendo do projeto, do público-alvo e até da legislação.
O tipo escolhido influencia o modo como o dinheiro será gerido, o relacionamento com quem apoia e até a forma de prestar contas após o encerramento da campanha.
Recompensa
No financiamento coletivo por recompensa, quem contribui recebe algo em troca, normalmente, produtos ou serviços relacionados ao projeto.
Pode ser um exemplar antecipado de um livro, ingressos para um show ou até algum tipo de brinde personalizado.
Esse é o modelo mais comum de atrair pessoas para participar do projeto, seja ele artístico ou cultural.
O criador da campanha estabelece metas financeiras e define o que cada faixa de valor dará direito ao apoiador.
Entenda: O que acontece quando o financiamento está atrasado?
Doação
No modelo de doação, quem apoia a iniciativa, faz isso sem esperar nada material em troca, apenas movido pela causa.
É o caso de campanhas para custear cirurgias, ajudar pessoas afetadas por catástrofes ou manter instituições de caridade, por exemplo.
Nessas iniciativas, o retorno para o doador é o sentimento de ter contribuído para algo maior, sem retornos físicos ou financeiros.
Equity
O equity é um tipo de financiamento coletivo voltado para investimentos em projetos empresariais, muito usado por startups em fase inicial que buscam capital para crescer.
Nele, quem apoia se torna sócio do negócio, recebendo participação em ações proporcionais ao valor investido.
Esse modelo é regulamentado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) no Brasil, pois envolve direitos societários e riscos de mercado.
Leia também: Qual a diferença entre empréstimo e financiamento?
Financiamento coletivo e crowdfunding é a mesma coisa?
De modo geral, financiamento coletivo e crowdfunding significam a mesma coisa. O termo “crowdfunding” vem do inglês, sendo “crowd” (multidão) e “funding” (financiamento).
Já “financiamento coletivo” é uma tradução direta, usada para facilitar o entendimento do público brasileiro.
Na prática, não há diferença no funcionamento, ambos se referem à ideia de reunir recursos de várias pessoas para viabilizar um projeto.
Essa modalidade ficou popular no mundo todo a partir dos anos 2000, quando plataformas online começaram a conectar criadores e apoiadores em larga escala.
No Brasil, o termo “financiamento coletivo” se popularizou por ser mais claro e acessível.
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Como criar ou apoiar uma campanha?
Criar ou apoiar uma campanha de financiamento coletivo é um processo simples, mas, atualmente, já existem plataformas especializadas que tornam tudo ainda mais prático, tanto para quem busca apoio quanto para quem deseja contribuir.
Para quem quer criar uma campanha, os passos geralmente incluem:
- Definir o objetivo e o valor a ser arrecadado: tenha claro quanto dinheiro precisa e para qual finalidade
- Escolher a plataforma: pesquise plataformas para facilitar o processo, opte por sites reconhecidos e confiáveis
- Montar a página do projeto: explique detalhadamente o propósito, use imagens, vídeos e inclua todas as informações
- Divulgar para o máximo de pessoas: redes sociais, grupos de amigos e e-mails ajudam a dar visibilidade
- Acompanhar e manter os apoiadores informados: transparência é chave para manter a confiança
Já quem deseja apoiar uma causa ou projeto encontra na própria plataforma todas as campanhas abertas, podendo escolher o valor e a forma de contribuição.
Após criar ou apoiar, é importante acompanhar o andamento da campanha.
Se você é o criador, atualize os apoiadores sobre cada etapa, conquistas e eventuais atrasos.
Se é apoiador, fique atento aos comunicados da plataforma e aos prazos para receber recompensas ou relatórios.
Fique por dentro: Quais as diferenças entre consórcio ou financiamento?
Isso mantém o processo claro, fortalece a confiança e torna o financiamento coletivo um verdadeiro espaço de colaboração responsável.
Riscos e benefícios do financiamento coletivo
O financiamento coletivo é uma ferramenta poderosa, mas como qualquer modalidade financeira, envolve vantagens e cuidados.
Entre os benefícios, destacam-se:
- Acesso direto ao público, sem precisar de bancos ou grandes investidores
- Validação da ideia antes mesmo de lançá-la (se muita gente apoia, é sinal de mercado interessado)
- Divulgação orgânica do projeto, já que cada apoiador tende a compartilhar
Por outro lado, existem riscos:
- Não atingir a meta e ter que devolver valores
- Gastos inesperados para entregar recompensas
- Frustração do público se o projeto atrasar ou não for bem executado
Por isso, o planejamento e a transparência são fundamentais para reduzir esses riscos e construir uma relação de confiança com quem contribui.
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Preciso pagar imposto sobre financiamento coletivo?
Dependendo do tipo de financiamento coletivo, pode ser necessário pagar imposto sobre o valor arrecadado.
No caso de doações puras para causas sociais ou pessoas físicas, não costuma haver cobrança de imposto direto.
Mas para projetos com recompensa ou de equity, podem incidir tributos como Imposto de Renda ou Imposto Sobre Serviços (ISS), dependendo do enquadramento.
Quem arrecada valores precisa ficar atento à legislação e, se necessário, buscar auxílio de um contador.
Já quem apoia normalmente não tem nenhum imposto a pagar.
O importante é declarar corretamente no Imposto de Renda caso você seja o criador do projeto e tenha obtido recursos que configuram receita.
Financiamento coletivo é regulamentado no Brasil?
O financiamento coletivo, em geral, não é regulado por uma lei única, mas segue regras do Código Civil, do Código de Defesa do Consumidor e normas de combate à lavagem de dinheiro.
Porém, no caso do equity crowdfunding, voltado para investimento em empresas, é regulamentado pela CVM (Instrução 588), que define limites de captação, obrigações de prestação de contas e direitos dos investidores.
Isso traz mais segurança para quem busca investir em negócios por esse modelo, mas para projetos culturais, sociais e pessoais, o funcionamento depende principalmente dos termos de uso das plataformas.
O financiamento coletivo é uma forma moderna e colaborativa de tirar projetos do papel ou ajudar quem precisa.
Seja criando ou apoiando uma campanha, é essencial entender bem as regras, calcular os custos e ter responsabilidade com quem está do outro lado.
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Perguntas frequentes
Qual a diferença entre financiamento coletivo e vaquinha online?
Na prática, a vaquinha é um tipo de financiamento coletivo. Normalmente usada para causas pessoais e sem recompensas.
É preciso pagar impostos sobre o valor arrecadado?
Pode ser, dependendo do tipo. Projetos com recompensa ou participação societária têm incidência de tributos.
Quais projetos podem usar financiamento coletivo?
Qualquer tipo de projeto pode usar o financiamento coletivo como ferramenta para conseguir recursos. Alguns exemplos são: projetos culturais, sociais, startups, ONGs ou até ajudar alguém em dificuldades.
Preciso devolver o dinheiro se não bater a meta?
Em alguns casos, quando a meta de arrecadação não é alcançada, os valores podem ser devolvidos. Em outros, o valor parcial é utilizado como for possível, principalmente, em projetos sociais ou que ajudam pessoas em vulnerabilidade. Se alguma plataforma for usada, as regras podem variar.
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