As férias escolares são uma fase do ano muito aguardada pelas crianças, mas para os pais, elas podem representar um verdadeiro desafio logístico e financeiro.
Uma pesquisa feita pela Datatudo, com os leitores aqui do blog meutudo, que contou com um total de 7.676 participantes, revela como as famílias estão lidando com o orçamento para o recesso escolar, as atividades planejadas e os hábitos de consumo durante esse período.
A seguir, você verá como as famílias lidam com esses desafios e como soluções de crédito podem ajudar a tornar as férias mais equilibradas e organizadas.
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O que você vai ler neste artigo:
Apenas um terço dos entrevistados têm filhos em idade escolar
A pesquisa revelou que apenas 33% dos entrevistados têm filhos em idade escolar.

Contudo, esse grupo que lida com a realidade das férias escolares possui um comportamento de consumo e planejamento bastante característico.
Eles enfrentam desafios específicos, como o planejamento de atividades, o orçamento limitado e a organização do tempo durante as férias.
Embora representem um número menor, os responsáveis por crianças são um público estratégico.
Essas famílias precisam lidar com a logística das férias escolares, a alimentação, o transporte e o entretenimento das crianças, além de enfrentar desafios financeiros.
Leia também: Como economizar na alimentação? Dicas práticas
Muitas vezes, as crianças têm atividades extracurriculares que exigem um planejamento mais detalhado, enquanto outras famílias precisam reorganizar suas finanças para cobrir os custos das férias.
Falta de planejamento revela realidade financeira das famílias
A pesquisa revelou que 54% dos entrevistados com filhos não planejam suas férias escolares com antecedência. Esse dado é bastante revelador, pois sugere uma falta de previsibilidade orçamentária.
Além disso, apenas 24% dos responsáveis se organizam com mais de um mês de antecedência, o que também demonstra que, para muitos, o planejamento financeiro das férias não é uma prioridade.

Essa falta de planejamento pode ter várias causas, desde a insegurança financeira até a falta de tempo para se organizar adequadamente.
Mais da metade decide em cima da hora
O dado de que 54% dos responsáveis por crianças não planejam as férias com antecedência é particularmente revelador sobre a dinâmica familiar.
As famílias, em sua maioria, acabam decidindo o que fazer nas férias no último minuto, sem uma estrutura prévia.
Essa tendência pode ocorrer por uma série de fatores, como dificuldades financeiras, falta de tempo ou até a incerteza sobre quanto será possível gastar naquele período.
A falta de planejamento, então, acaba criando um cenário de improviso, que pode afetar não só as finanças das famílias, mas também a qualidade do tempo dedicado às atividades com as crianças.
Só 24% se organizam com mais de um mês
Apenas 1 em cada 4 dos entrevistados revelaram que se organizam com mais de um mês de antecedência, o que sugere que há uma grande quantidade de famílias que não conseguem reservar tempo para se planejar de maneira eficaz.
Essa falta de organização financeira pode ser um reflexo de uma realidade financeira instável, onde a falta de recursos dificulta a definição de um orçamento fixo para as férias escolares.
O planejamento das férias, muitas vezes, depende diretamente da previsão do fluxo de caixa mensal das famílias, o que nem sempre é possível.
Falta de planejamento pode afetar qualidade das férias
A falta de planejamento financeiro pode comprometer a qualidade das férias escolares. As famílias que não se organizam a tempo acabam sendo forçadas a tomar decisões rápidas, que nem sempre são as mais vantajosas em termos de custo e qualidade.
Sem um planejamento adequado, as opções de lazer mais educativas ou enriquecedoras para as crianças podem ficar de fora, sendo substituídas por alternativas mais caras ou menos interessantes.
Leia também: Que dia começam as férias de julho? Veja o calendário
Além disso, a falta de previsibilidade também pode resultar em uma experiência menos satisfatória para os filhos, que, muitas vezes, podem se sentir privados de atividades mais estimulantes.
Descansar em casa é a principal escolha para o recesso
Quando perguntados sobre qual seria o plano principal para o período de férias escolares, 60% dos entrevistados afirmaram que pretendem descansar em casa com os filhos.

Isso reflete uma tendência clara de buscar atividades de baixo custo e que exigem menos deslocamento. Para muitas famílias, as férias não precisam ser sinônimo de viagens ou gastos com atividades pagas.
A opção mais prática e econômica, especialmente em tempos de orçamento apertado, é aproveitar o tempo em casa.
Viagens e cursos ficam em segundo plano
Ao observar as atividades mais caras, como cursos extracurriculares ou viagens, apenas 25% das famílias indicaram que pretendem investir nessas alternativas.
Isso reforça a tendência de manter as crianças em casa, com atividades que exigem menos recursos financeiros e que podem ser realizadas de forma mais econômica.
Confira: Lugares baratos para viajar: como escolher o melhor destino
A falta de planejamento financeiro e a insegurança orçamentária tornam essas atividades de alto custo mais difíceis de serem realizadas, o que acaba resultando em uma concentração de esforços nas opções de lazer mais acessíveis.
Investir nas férias ainda é um desafio orçamentário
A pesquisa mostrou que 47% dos entrevistados não costumam investir em atividades pagas durante as férias escolares. Isso significa que quase metade das famílias optam por uma programação mais simples e sem custos extras.

Além disso, 21% dos entrevistados afirmaram que o investimento nas férias depende do orçamento disponível naquele mês, mostrando uma grande incerteza financeira e uma falta de previsibilidade.
47% não investem em programação de férias
Para quase metade dos entrevistados, a solução para as férias é manter as crianças em casa, sem investimentos em cursos, viagens ou outras atividades pagas.
Isso reflete uma realidade financeira onde as famílias não podem se dar ao luxo de gastar com lazer, seja por questões orçamentárias ou por escolhas de consumo mais conservadoras.
Confira: O que fazer com as crianças nas férias? Atividades e lugares
Embora as férias escolares sejam uma oportunidade para as crianças descansarem e se divertirem, para muitas famílias, o custo de atividades pagas acaba sendo inviável.
21% dependem do orçamento mensal
21% dos entrevistados disseram que o investimento nas férias depende do orçamento do mês, indicando uma falta de estabilidade financeira.
Para essas famílias, as férias são decididas conforme a disponibilidade de recursos naquele período, tornando o planejamento financeiro ainda mais difícil.
Essa falta de previsibilidade também pode afetar a qualidade das férias e resultar em opções de lazer mais limitadas e menos enriquecedoras.
Apenas 32% destinam recursos para esse período
Somente 1 em cada 3 dos entrevistados afirmaram que normalmente destinam recursos específicos para o lazer durante as férias.
Esse dado evidencia que a maioria das famílias não possui uma reserva de emergência ou um planejamento financeiro dedicado para o recesso escolar.
Para muitos, o conceito de férias ainda é mais ligado à improvisação, sem um esforço específico para garantir experiências enriquecedoras para as crianças.
Famílias buscam equilíbrio entre diversão e responsabilidade
Na hora de decidir quais atividades incluir no recesso escolar, 37% dos entrevistados disseram que o fator mais importante para eles é combinar aprendizado com diversão.

Para essas famílias, as férias não são apenas um momento de descanso, mas também uma oportunidade para as crianças aprenderem de forma divertida e descontraída.
A segurança nas atividades também foi mencionada por 20% dos entrevistados, destacando a preocupação com a integridade física e emocional dos filhos durante o período de recesso.
Orçamento familiar ainda é incerto
A pesquisa mostrou ainda a quanto as famílias pretendem gastar nas férias, no entanto, muitos entrevistados ainda não planejaram seu orçamento
A falta de clareza sobre o orçamento impacta diretamente as escolhas de atividades e destinos, tornando o planejamento um desafio.
28% não sabem quanto pretendem gastar
A pesquisa revelou que 28% dos entrevistados não sabem quanto pretendem gastar nas férias escolares.
Esse dado indica que muitas famílias ainda enfrentam dificuldades para planejar seus orçamentos com antecedência, tornando o controle das despesas nas férias um grande desafio.
A falta de clareza sobre o valor a ser investido pode afetar as decisões tomadas durante o período de recesso e limitar as opções de lazer.
47% pretendem gastar até R$ 500
Este dado reflete o teto de gasto para 47% dos entrevistados, somando os 20% que pretendem gastar até R$ 200,00 e os 27% que planejam até R$ 500,00.

Esse perfil de consumo mais conservador é indicativo de um orçamento restrito, no qual muitas famílias preferem controlar rigorosamente os gastos, especialmente em tempos de incertezas econômicas.
Falta de planejamento pode afetar qualidade das férias
A combinação de improviso e baixo orçamento nas férias escolares mostra que ainda há espaço para soluções financeiras que possam proporcionar previsibilidade e controle.
Hoje em dia, existem opções financeiras que oferecem boas condições e permitem que as famílias sigam com seus planos de férias.
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Essas opções podem ser alternativas úteis para as famílias que buscam organizar suas finanças e garantir que o recesso escolar seja tranquilo e bem aproveitado.
Essas soluções financeiras permitem que as famílias planejem melhor suas férias, com mais flexibilidade e menos risco de surpresas financeiras.
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Comentário retirado da nossa pesquisa de satisfação 14/04/2023Atenção e o respeito à minha necessidade
Comentário retirado da nossa pesquisa de satisfação 07/03/2023É um aplicativo muito bom e tudo que tem nele é verdade, não fake news
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