Governo nega alta de imposto e mantém preço de celular e notebook

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Resumo da notícia Aqui estão as informações principais da notícia:O Governo Federal revisou as tarifas de importação de eletrônicos e afirmou que a medida não deve encarecer celulares e notebooks.A revisão foi aprovada no Comitê-Executivo […]

O Governo Federal revisou tarifas de importação de eletrônicos e afirmou que a medida não deve encarecer celulares e notebooks.

O tema ganhou força nas redes após um vídeo com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, negando aumento de imposto para eletroeletrônicos de uso pessoal.

A seguir, confira o que mudou nas alíquotas e por que o governo diz que o impacto no bolso é mínimo.

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Resumo da notícia
  • Aqui estão as informações principais da notícia:
  • O Governo Federal revisou as tarifas de importação de eletrônicos e afirmou que a medida não deve encarecer celulares e notebooks.
  • A revisão foi aprovada no Comitê-Executivo de Gesto da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) e trata de tarifas de importação de smartphones e itens eletroeletrônicos.
  • 120 produtos foram afetados, com 105 itens tendo o imposto de importação zerado e 15 permanecendo com percentuais anteriores, incluindo notebooks e smartphones.
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O que mudou nas tarifas de importação de eletrônicos

A revisão foi aprovada no Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex), ligado à Câmara de Comércio Exterior (Camex), e trata de tarifas de importação de smartphones e itens eletroeletrônicos.

Segundo o governo, o impacto no preço ao consumidor é “praticamente nulo”, estimado em aumento de 0,062%

A decisão envolve 120 produtos: 105 itens tiveram o imposto de importação zerado e 15 permaneceram com percentuais anteriores.

Entre os 15 itens que mantiveram a alíquota estão notebooks e smartphones, além de roteadores e outros equipamentos listados pelo MDIC.

Por que o governo diz que celular e notebook não vão ficar mais caros

O governo afirma que a confusão nas redes veio de uma portaria da Camex voltada a insumos e equipamentos, não a celulares de uso pessoal.

O MDIC citou que a produção de celulares no país é majoritariamente nacional, com cerca de 95% dos aparelhos fabricados no Brasil.

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O governo também aponta que 98% dos celulares vendidos no mercado nacional são produzidos no Brasil e só 2% são importados.

A lógica é garantir que as empresas continuem tendo acesso a insumos e equipamentos com menor custo, sem prejudicar a indústria nacional”, afirma o Secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços, Uallace Moreira Lima.

Governo abre revisão e mantém diálogo com empresas para restabelecer tarifa zero caso não haja similar nacional

O secretário informou que ficou acordado com o setor que itens que saíram de alíquota zero e passaram a 7% podem ter o benefício restabelecido de forma imediata, desde que as empresas façam o pedido.

A regra funciona assim: a empresa solicita a revisão e o governo analisa se existe produto similar fabricado no Brasil. Se não houver equivalente nacional, a alíquota permanece em 0%.

Se a análise concluir que há similar nacional, a tarifa volta para 7%. O mesmo vale para novos investimentos, com possibilidade de solicitar enquadramento no ex-tarifário para importar máquinas e equipamentos.

Quando o assunto é imposto e importação, informação incompleta vira ruído rápido. Para acompanhar atualizações com contexto e sem complicação direto no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente no formulário e fique por dentro com a meutudo.

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FAQ

Perguntas frequentes

A tarifa de importação de celular e notebook aumentou?

O governo afirmou que o reajuste de imposto não aumentará o preço desses itens e que a revisão mantém condições anteriores para produtos como notebooks e smartphones.

Ainda tem dúvidas?

Qual foi o impacto estimado no preço ao consumidor?

O MDIC citou impacto nulo, estimado em aumento de 0,062% ao consumidor. 

Ainda tem dúvidas?

Por que o imposto de notebooks e celulares viralizou nas redes?

Circulou um boato sobre alta de imposto em notebooks e smartphones, e o vice-presidente Alckmin publicou vídeo negando aumento para eletroeletrônicos de uso pessoal.

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Kamilla Aires Kamilla Aires

Kamilla Aires é formada em Publicidade e Propaganda e faz parte da meutudo desde 2021. Iniciou sua trajetória no time de Customer, onde teve contato com o mercado financeiro, e hoje integra o time de redatores SEO. Gosta de escrever sobre crédito, finanças pessoais e temas relacionados à educação financeira. Quando não está escrevendo, divide o tempo entre explorar novos lugares e maratonar suas séries favoritas.

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