Novo salário mínimo paulista de R$ 1.804 começa a valer nesta terça (1)
A partir desta terça-feira (1), entra em vigor o novo valor do salário mínimo paulista, fixado em R$ 1.804,00.
O reajuste, sancionado pelo governador Tarcísio de Freitas no mês de maio, beneficia diretamente mais de 70 categorias de profissionais do estado de São Paulo.
A seguir, confira todos os detalhes sobre o novo salário mínimo paulista, incluindo quem tem direito e como o reajuste foi estabelecido.
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O que você vai ler neste artigo:
Resumo da notícia
- Novo salário mínimo paulista de R$ 1.804 entrou em vigor em 1º de junho de 2025, com aumento de 10%.
- Mais de 70 categorias de profissionais em São Paulo são beneficiadas com o reajuste.
- Trabalhadores como empregados domésticos, cuidadores, serventes, pescadores, garçons, entre outros, têm direito ao novo salário mínimo.
- São Paulo possui salário mínimo regional para proteger trabalhadores de setores mais vulneráveis, estabelecendo um valor mínimo acima do nacional.
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Quem tem direito ao novo salário mínimo paulista?
Têm direito ao novo salário mínimo paulista as seguintes categorias de trabalhadores:
- Empregados domésticos
- Cuidadores de idosos
- Cuidadores de pessoas com deficiência
- Serventes
- Trabalhadores agropecuários e florestais
- Pescadores
- Contínuos
- Mensageiros e trabalhadores de serviços de limpeza e conservação
- Trabalhadores de serviços de manutenção de áreas verdes e de logradouros públicos
- Auxiliares de serviços gerais de escritório
- Empregados não especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos
- Cumins
- Barboys
- Lavadeiros
- Ascensoristas
- Motoboys
- Trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais e trabalhadores não especializados de minas e pedreiras
- Operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, de máquinas da construção civil, de mineração e de cortar e lavrar madeira
- Classificadores de correspondência e carteiros
- Tintureiros
- Barbeiros
- Cabeleireiros
- Manicures e pedicures
- Cedetizadores
- Vendedores
- Trabalhadores de costura e estofadores
- Pedreiros
- Trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas, de fabricação e confecção de papel e papelão
- Trabalhadores em serviços de proteção e segurança pessoal e patrimonial
- Trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem
- Garçons
- Cobradores de transportes coletivos
- Barman
- Pintores
- Encanadores
- Soldadores
- Chapeadores
- Montadores de estruturas metálicas
- Vidreiros e ceramistas
- Fiandeiros
- Tecelões
- Tingidores
- Trabalhadores de curtimento
- Joalheiros
- Ourives
- Operadores de máquinas de escritório
- Datilógrafos
- Digitadores
- Telefonistas
- Operadores de telefone e de telemarketing
- Atendentes e comissários de serviços de transporte de passageiros
- Trabalhadores de redes de energia e de telecomunicações
- Ajustadores mecânico
- Montadores de máquinas
- Operadores de instalações de processamento químico e supervisores de produção e manutenção industrial
- Administradores agropecuários e florestais
- Trabalhadores de serviços de higiene e saúde
- Chefes de serviços de transportes e de comunicações
- Supervisores de compras e de vendas
- Agentes técnicos em vendas e representantes comerciais
- Operadores de estação de rádio e de estação de televisão, de equipamentos de sonorização e de projeção cinematográfica
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Qual foi o reajuste do salário mínimo paulista em 2025?
Em 2025, o salário mínimo paulista foi reajustado para R$ 1.804,00, representando um aumento de 10% em relação ao valor anterior, que era de R$ 1.640,00.
O novo piso reforça o compromisso do estado de São Paulo com a valorização da renda dos trabalhadores que não têm piso definido por convenções coletivas ou legislação específica.
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Por que São Paulo tem um salário mínimo regional?
Estados como São Paulo podem instituir um salário mínimo regional por meio de legislação própria.
A medida visa proteger trabalhadores de setores mais vulneráveis, garantindo um valor mínimo acima do piso nacional.
A Lei Complementar que institui o piso estadual é revisada periodicamente pelo governo paulista, considerando indicadores como inflação, crescimento econômico e custo de vida.
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Quais são os impactos do novo salário mínimo paulista?
O reajuste do salário mínimo paulista gera impactos positivos tanto na vida dos trabalhadores quanto na economia do estado.
Com o novo valor de R$ 1.804,00, há um aumento direto no poder de compra das famílias, especialmente daquelas com menor renda.
Isso pode impulsionar o consumo local, movimentar o comércio e estimular a geração de empregos em setores que dependem da demanda interna.
Além disso, o novo piso serve como referência para negociações salariais em categorias sem convenção coletiva, ajudando a reduzir desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população trabalhadora.
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Perguntas frequentes
Quem determina o salário mínimo paulista?
O valor é proposto pelo governo do estado e aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
Todos os trabalhadores paulistas terão direito ao novo salário mínimo?
Não. Terão direito ao novo salário mínimo paulista apenas os trabalhadores que se enquadram nas categorias abrangidas.
Empresas podem pagar menos que o salário mínimo paulista?
Não. Para os trabalhadores abrangidos pelo piso regional, pagar abaixo de R$ 1.804,00 é ilegal e pode gerar penalidades trabalhistas.
O novo valor do salário mínimo paulista é reajustado todo ano?
Não há uma regra fixa. O reajuste depende de proposta do governo estadual, análise da Assembleia Legislativa e sanção do governador, geralmente com base na inflação e nas condições econômicas.
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