| Eventos | Valores | Parcelas |
|---|---|---|
|
Seguro-Desemprego
|
R$ 0,00 | 0 |
Governo propõe fim do seguro-desemprego e multa de 40% do FGTS
O Ministro da Economia, Paulo Guedes, junto ao Governo Federal, montou o Grupo de Altos Estudos do Trabalho (GEAT).
O grupo tem como objetivo estabelecer uma minirreforma na legislação trabalhista estabelecendo mudanças no setor.
Composto por juristas, acadêmicos e economistas, o GEAT tem como uma das mudanças acabar com o seguro-desemprego e a multa de 40% do FGTS.
O que você vai ler neste artigo:
Resumo da notícia
- Ministro da Economia, Paulo Guedes, propõe fim do seguro-desemprego e multa de 40% do FGTS
- Objetivo é diminuir rotatividade de funcionários, dando mais recursos para empresas investirem em novas contratações
- Trabalhadores não receberiam seguro-desemprego nem multa ao serem demitidos sem justa causa
- Valores seriam destinados ao Fundo de Amparo do Trabalhador para beneficiar empregados com salário menor que 1,5 piso nacional
- Gostou do nosso conteúdo? Se quiser continuar se informando sobre assuntos financeiros e sociais, cadastre-se gratuitamente no formulário para receber as atualizações diretamente em seu e-mail.
Justificativa para o fim dos benefícios
Segundo os responsáveis, a justificativa para o fim dos benefícios é tentar diminuir a rotatividade dos funcionários.
Isto daria mais recursos para as empresas investirem em novas contratações.
Em resumo, o objetivo é reduzir o desemprego no país. Mas especialistas já afirmaram que o efeito dessas mudanças serão contrários.
Como vai funcionar?
Conforme a minirreforma, os trabalhadores não receberam o seguro-desemprego e a multa de 40% quando demitidos sem justa causa.
Leia também: Antecipação Saque Aniversário
A empresa deixaria de pagar essa quantia ao funcionário e passaria os valores ao governo.
Esses valores seriam então destinados ao Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT), com o objetivo de beneficiar empregados com salário mensal menor que um piso nacional e meio.
Um percentual seria depositado na conta individual do trabalhador, com valor definido de acordo com o salário recebido, somando aos 8% que já é depositado pela empresa.
Ou seja, durante 30 meses a conta de FGTS desse funcionário receberia o equivalente a 24% do salário a cada pagamento.
Depois desse período o governo pararia de depositar e, caso o trabalhador fosse demitido, teria direito ao saque mensal do equivalente ao valor do salário que recebia, conforme teto de 5 salários mínimos.
Em resumo, este modelo proposto prevê uma poupança mínima de 12 meses que o desempregado poderia sacar mensalmente.
O que dizem os sindicatos
Para os sindicalistas, a minirreforma proposta surtirá o efeito contrário e permitirá que as empresas demitam seus funcionários com mais facilidade.
Eles acreditam que a extinção desses benefícios vai aumentar o desemprego e a alta rotatividade de funcionários nas empresas.
Andamento da minirreforma
No momento a minirreforma se encontra em estudo e sem previsão de votação no Congresso Nacional.
Importante ressaltar que, ainda entre as sugestões de mudança do GAET, está a liberação do trabalho aos domingos e a proibição de vínculo empregatício entre aplicativos e o prestador de serviços.
Perguntas frequentes
Como ver o saldo do FGTS?
É possível consultar o saldo do fundo de garantia através do aplicativo FGTS. Baixe, faça login e tenha em mãos os valores.
Como solicitar o seguro-desemprego?
É possível solicitar através da internet, no aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Por ele ainda é possível conferir valores a receber, número de parcelas e data de liberação do benefício.
Posso sacar o saldo de contas inativas do FGTS?
Sim. Com o saque-aniversário é possível sacar parte do saldo das contas ativas ou inativas do FGTS, anualmente, no mês de aniversário.
Preciso ter quanto de saldo para fazer a antecipação do saque-aniversário?
Na meutudo é possível fazer a antecipação do saque-aniversário a partir de R$ 100,00, desde que haja saldo suficiente para cobrir as taxas e demais encargos.