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Julgamento bilionário sobre correção do FGTS na quarta; saiba mais
O Supremo Tribunal Federal (STF) retomará o julgamento da ação movida pelo partido Solidariedade, que aborda a correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), na próxima quarta-feira (18/10).
Nessa ação, os ministros terão a oportunidade de decidir sobre o uso da Taxa Referencial (TR) na correção monetária dos saldos do FGTS, prática que está em vigor desde os anos 1990.
Continue o artigo para saber mais sobre a correção do FGTS no STF e como esta decisão pode impactar os trabalhadores brasileiros.
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O que você vai ler neste artigo:
Resumo da notícia
- O Supremo Tribunal Federal retomará o julgamento sobre a correção do FGTS na quarta-feira (18/10), analisando o uso da Taxa Referencial (TR) desde os anos 1990.
- A correção do FGTS visa ajustar os valores depositados aos trabalhadores para manter o poder de compra do fundo ao longo dos anos.
- Atualmente, a TR é questionada devido ao baixo rendimento, resultando em perda de poder de compra para os trabalhadores.
- A possível mudança na correção do FGTS poderia acompanhar a inflação, aumentando o saldo dos trabalhadores, mas impactaria as contas públicas.
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O que é correção do FGTS?
Primeiramente, o FGTS é um benefício concedido aos trabalhadores que têm ou já tiveram carteira assinada, visando estabelecer uma reserva financeira.
Já a correção do FGTS se refere aos ajustes que poderão ser feitos nos valores depositados aos trabalhadores, com o objetivo de manter o poder de compra do fundo de garantia ao longo dos anos.
A correção monetária, portanto, visa garantir que os recursos do FGTS não percam valor devido à inflação, assegurando que o trabalhador receba um montante atualizado ao final do período de depósito.
A principal medida usada para esta correção é a Taxa Referencial, um dos componentes que definem a rentabilidade da poupança e do FGTS. Atualmente, a TR tem sido revisitada e questionada devido ao seu baixo rendimento.
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Como é o julgamento da correção do FGTS no STF?
O julgamento começou em abril, quando o ministro Luís Roberto Barroso, relator da ação, defendeu que os valores do FGTS sejam remunerados com rendimento no mínimo equivalente ao da caderneta de poupança.
Após um período de pausa, o julgamento voltará nesta quarta-feira (18) no STF.
A questão central que será debatida com essa nova regra do FGTS é a possibilidade de alterar o índice de correção do fundo. Atualmente, os valores são corrigidos com base na TR (0,0436%), acrescida de juros de 3%.
No entanto, a TR é próxima de zero, o que resulta em um rendimento inferior à poupança, que rende 6,18% ao ano, sendo um dos investimentos com menor rentabilidade do mercado.
Consequentemente, os trabalhadores têm tido uma redução considerável em seu poder de compra. Por essa razão, sindicatos e organizações representativas têm iniciado processos buscando a substituição ou atualização deste índice.
Esta ação vem sendo discutida no Supremo desde 2014 e é a quarta vez que o julgamento é agendado, após ser cancelado nos anos de 2019, 2020 e 2021.
O que muda na nova correção do FGTS?
A principal consequência dessa revisão do FGTS no STF seria o acompanhamento da inflação, proporcionando um aumento no saldo dos trabalhadores. Contudo, isso também geraria impacto nas contas públicas e nos cofres do fundo.
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Caso haja pagamento retroativo, Mario Avelino, o presidente do Instituto Fundo de Garantia do Trabalhador, afirmou que a correção seria próxima a R$ 750 bilhões, contando de 1999 até 2023.
Porém, caso a medida entre em vigor, o ministro Luís Roberto Barroso declarou que qualquer decisão nesse sentido não deverá ser retroativa, ou seja, as ações só se aplicariam para o futuro, a partir da publicação da ata do julgamento.
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Perguntas frequentes
Como é feita a correção do FGTS atualmente?
Atualmente, a correção monetária do FGTS é definida de acordo com a Taxa Referencial (TR), que tem rendido abaixo da taxa de inflação desde 1999.
Como seria a correção do FGTS se a ação for aprovada?
Se a ação for aprovada, o índice de correção do FGTS será substituído por um índice que acompanhe a inflação, mas ainda não foi definido qual.
Como a inflação impacta no FGTS?
A inflação impacta o FGTS aumentando o poder de compra dos valores depositados, já que agora eles são corrigidos pela inflação.
O que é a Taxa Referencial e por que ela atinge o FGTS?
Taxa Referencial (TR) é um índice usado na correção do FGTS desde a década de 1990, mas é considerada ineficaz, pois está abaixo da inflação, reduzindo os ganhos dos trabalhadores.