A partir de junho de 2025, entram em vigor as mudanças nas regras de proteção do Bolsa Família.
A alteração, prevista na Portaria 1.084 do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), reduz o tempo de permanência no programa para parte dos beneficiários que tiveram aumento de renda.
As mudanças passam a valer para quem ingressar na Regra de Proteção a partir deste mês. Confira o que muda, quem será impactado e o que permanece igual.
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O que você vai ler neste artigo:
Com a nova regra, as famílias que ultrapassarem o limite de R$ 218,00 por pessoa, mas que ainda tenham renda mensal de até R$ 706,00, poderão continuar recebendo o Bolsa Família por mais 12 meses, com o pagamento de 50% do valor do benefício. Antes, esse período era de até 24 meses.
Já famílias com renda considerada estável, como aposentadorias, pensões ou Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) para idosos, poderão permanecer no programa por até 2 meses. Caso o BPC seja destinado a pessoas com deficiência, a permanência será de até 12 meses.
Essas mudanças valem apenas para quem entrar na Regra de Proteção a partir de junho de 2025. Quem já está nessa condição continua com as regras anteriores.
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As famílias que já estavam na Regra de Proteção até maio de 2025 não serão afetadas. Elas continuam com o direito de permanecer no programa por até 24 meses recebendo metade do benefício, mesmo que tenham ultrapassado o limite de renda.
Leia mais: É verdade que o Bolsa Família diminuiu com Regra de Proteção?
Se, durante esse período, a renda mensal por pessoa voltar a ser igual ou inferior a R$ 218,00, o valor integral do Bolsa Família será restabelecido.
O governo também mantém a política do Retorno Garantido: se a família for desligada do programa, mas voltar à situação de pobreza, poderá ser reintegrada com prioridade por até 36 meses.
De acordo com o MDS, a atualização tem como objetivo tornar o programa mais eficiente, direcionando os recursos para as famílias que estão em maior vulnerabilidade.
A medida também busca evitar distorções no uso da Regra de Proteção por grupos com renda estável, garantindo mais espaço para os beneficiários que vivem em condição de instabilidade social e econômica.
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É uma medida que permite que famílias com aumento de renda per capita até R$ 706,00 mensais continuem recebendo 50% do valor do benefício por até 24 meses.
Se uma família melhora sua renda, ainda pode receber 50% do benefício por até 24 meses, desde que cada membro ganhe até meio salário mínimo.
O valor e as datas de pagamento do Bolsa Família podem ser consultados pelo aplicativo Caixa Tem ou no site do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Além do valor mínimo, a família beneficiária do Bolsa Família pode receber R$ 150,00 adicionais por criança de até 6 anos e R$ 50,00 por gestante ou adolescente.
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