Nesta segunda-feira (21), o Banco Central (BC) anunciou que a primeira fase do Drex, a moeda virtual que equivalerá ao real, será adiada para maio de 2024.
O motivo do atraso são as dificuldades para incluir os participantes na rede do Drex e as questões relacionadas à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
A seguir, confira o que é o Drex, quais são os motivos do adiamento e o que esperar do real digital 2023.
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O que você vai ler neste artigo:
O Digital Real Eletrônico Expressivo (DREX), é o nome dado pelo Banco Central para a futura moeda virtual brasileira.
Trata-se de uma forma de pagamento digital que terá o mesmo valor e as mesmas funções do real, mas sem a necessidade de usar cédulas ou moedas físicas.
O Drex será emitido e controlado pelo Banco Central, que garantirá a sua segurança, confiabilidade e estabilidade.
Além disso, o Drex poderá ser usado para realizar transações instantâneas, inclusive entre países, com baixo custo e alta eficiência.
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Outra vantagem do Drex é que ele permitirá a inclusão financeira de milhões de brasileiros que hoje não têm acesso aos serviços bancários tradicionais.
O Banco Central iniciou a fase de testes do Drex este mês, com a participação de instituições financeiras, empresas de tecnologia e órgãos públicos.
Essa fase pretende avaliar o desempenho, a segurança e a funcionalidade da plataforma do Drex, bem como identificar possíveis melhorias e ajustes.
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No entanto, essa fase enfrentou alguns problemas e teve que ser adiada para maio de 2024, conforme anunciado pelo BC nesta segunda-feira (21).
Um dos principais motivos do atraso foi a dificuldade para incluir os participantes na rede do Drex, devido às exigências da LGPD, como é chamada a Lei 13.709/2018.
Essa lei visa proteger os dados pessoais dos cidadãos e estabelece regras para o seu tratamento por parte das entidades públicas e privadas.
O BC afirmou que a preservação da privacidade tem se revelado um desafio grande para o desenvolvimento da solução tecnológica do Drex.
A plataforma do Drex é uma ferramenta baseada em uma tecnologia chamada blockchain, que é como um livro de registros digital que guarda todas as informações das transações feitas.
Essa tecnologia é segura, pois ninguém pode alterar ou apagar os registros, e também é muito transparente, pois todos podem ver o que foi registrado.
Além disso, essa tecnologia permite rastrear a origem e o destino de cada Drex, evitando fraudes e falsificações.
O BC escolheu uma plataforma específica para fazer os testes com o Drex, que se chama Hyperledger Besu, uma das mais modernas que existem, que permite criar redes privadas ou públicas.
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Essa plataforma foi escolhida porque ela tem um código aberto, ou seja, qualquer pessoa pode ver como ela funciona e contribuir para melhorá-la, diminuindo seu custo e aumentando a qualidade.
Além disso, ela é compatível com os padrões internacionais de comunicação e integração, ou seja, conectando-se com sistemas que usam o Drex e outras moedas virtuais, facilitando a troca de informações e de valores entre diferentes países e instituições.
O real digital 2023 é o nome dado ao projeto do Banco Central para lançar o Drex ao público no final de 2024 ou início de 2025.
Esse projeto procura trazer benefícios para a economia brasileira, tais como maior eficiência, inclusão, competitividade e inovação.
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Além disso, o real digital 2023 será uma forma de acompanhar as tendências globais de digitalização dos meios de pagamento, que já estão sendo adotadas por vários países, como China, Estados Unidos e União Europeia.
O Banco Central ressaltou que o real digital 2023 não vai substituir o real físico, mas sim complementá-lo, dando mais opções aos consumidores e aos comerciantes.
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O Drex é a sigla para Digital Real Eletrônico Expressivo, o nome dado pelo Banco Central para a futura moeda virtual brasileira. Ele será uma forma de pagamento digital que terá o mesmo valor e as mesmas funções do real, mas sem a necessidade de usar cédulas ou moedas físicas.
Para utilizar o Drex, o consumidor precisará depositar a quantia desejada em reais em uma carteira virtual, a qual efetuará a conversão da moeda física para Drex. Esse procedimento é chamado de “tokenização”.
O Banco Central espera lançar o Drex ao público no final de 2024 ou início de 2025, após concluir as fases de testes e de implementação.
Não, o Drex não vai substituir o real físico, mas sim complementá-lo, dando mais opções aos consumidores e aos comerciantes. O real físico continuará existindo e sendo aceito como forma de pagamento no país.