Novo real digital do BC: atrasos na fase inicial DREX até maio 2024

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Conheça a futura moeda virtual brasileira e saiba quais são os motivos do atraso na fase de testes do Drex e quando estará disponível.

Nesta segunda-feira (21), o Banco Central (BC) anunciou que a primeira fase do Drex, a moeda virtual que equivalerá ao real, será adiada para maio de 2024.

O motivo do atraso são as dificuldades para incluir os participantes na rede do Drex e as questões relacionadas à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A seguir, confira o que é o Drex, quais são os motivos do adiamento e o que esperar do real digital 2023.

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Resumo da notícia
  • A primeira fase do Drex, moeda virtual equivalente ao real, foi adiada para maio de 2024 pelo Banco Central devido a dificuldades de incluir participantes na rede e questões da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
  • O Drex será uma moeda digital emitida e controlada pelo BC, permitindo transações instantâneas com baixo custo e alta eficiência, além de facilitar a inclusão financeira de milhões de brasileiros.
  • A plataforma do Drex utiliza a tecnologia blockchain, especificamente o Hyperledger Besu, para garantir segurança, transparência e rastreabilidade das transações, facilitando a interoperabilidade com sistemas internacionais.
  • O projeto do Banco Central, denominado real digital 2023, visa lançar o Drex ao público no final de 2024 ou início de 2025, com o objetivo de trazer benefícios como eficiência, inclusão, competitividade e inovação para a economia brasileira.
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O que é o DREX?

O Digital Real Eletrônico Expressivo (DREX), é o nome dado pelo Banco Central para a futura moeda virtual brasileira.

Trata-se de uma forma de pagamento digital que terá o mesmo valor e as mesmas funções do real, mas sem a necessidade de usar cédulas ou moedas físicas.

O Drex será emitido e controlado pelo Banco Central, que garantirá a sua segurança, confiabilidade e estabilidade.

Além disso, o Drex poderá ser usado para realizar transações instantâneas, inclusive entre países, com baixo custo e alta eficiência.

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Outra vantagem do Drex é que ele permitirá a inclusão financeira de milhões de brasileiros que hoje não têm acesso aos serviços bancários tradicionais.

Atrasos no Drex devido a LGPD

O Banco Central iniciou a fase de testes do Drex este mês, com a participação de instituições financeiras, empresas de tecnologia e órgãos públicos.

Essa fase pretende avaliar o desempenho, a segurança e a funcionalidade da plataforma do Drex, bem como identificar possíveis melhorias e ajustes.

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No entanto, essa fase enfrentou alguns problemas e teve que ser adiada para maio de 2024, conforme anunciado pelo BC nesta segunda-feira (21).

Um dos principais motivos do atraso foi a dificuldade para incluir os participantes na rede do Drex, devido às exigências da LGPD, como é chamada a Lei 13.709/2018.

Essa lei visa proteger os dados pessoais dos cidadãos e estabelece regras para o seu tratamento por parte das entidades públicas e privadas.

O BC afirmou que a preservação da privacidade tem se revelado um desafio grande para o desenvolvimento da solução tecnológica do Drex.

Plataforma do Drex

A plataforma do Drex é uma ferramenta baseada em uma tecnologia chamada blockchain, que é como um livro de registros digital que guarda todas as informações das transações feitas.

Essa tecnologia é segura, pois ninguém pode alterar ou apagar os registros, e também é muito transparente, pois todos podem ver o que foi registrado.

Além disso, essa tecnologia permite rastrear a origem e o destino de cada Drex, evitando fraudes e falsificações.

O BC escolheu uma plataforma específica para fazer os testes com o Drex, que se chama Hyperledger Besu, uma das mais modernas que existem, que permite criar redes privadas ou públicas.

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Essa plataforma foi escolhida porque ela tem um código aberto, ou seja, qualquer pessoa pode ver como ela funciona e contribuir para melhorá-la, diminuindo seu custo e aumentando a qualidade.

Além disso, ela é compatível com os padrões internacionais de comunicação e integração, ou seja, conectando-se com sistemas que usam o Drex e outras moedas virtuais, facilitando a troca de informações e de valores entre diferentes países e instituições.

Entenda mais sobre o real digital 2023

O real digital 2023 é o nome dado ao projeto do Banco Central para lançar o Drex ao público no final de 2024 ou início de 2025.

Esse projeto procura trazer benefícios para a economia brasileira, tais como maior eficiência, inclusão, competitividade e inovação.

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Além disso, o real digital 2023 será uma forma de acompanhar as tendências globais de digitalização dos meios de pagamento, que já estão sendo adotadas por vários países, como China, Estados Unidos e União Europeia.

O Banco Central ressaltou que o real digital 2023 não vai substituir o real físico, mas sim complementá-lo, dando mais opções aos consumidores e aos comerciantes.

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FAQ

Perguntas frequentes

O que é o Drex?

O Drex é a sigla para Digital Real Eletrônico Expressivo, o nome dado pelo Banco Central para a futura moeda virtual brasileira. Ele será uma forma de pagamento digital que terá o mesmo valor e as mesmas funções do real, mas sem a necessidade de usar cédulas ou moedas físicas.

Ainda tem dúvidas?

Como vai funcionar o Drex?

Para utilizar o Drex, o consumidor precisará depositar a quantia desejada em reais em uma carteira virtual, a qual efetuará a conversão da moeda física para Drex. Esse procedimento é chamado de “tokenização”.

Ainda tem dúvidas?

Quando o Drex estará disponível para o público?

O Banco Central espera lançar o Drex ao público no final de 2024 ou início de 2025, após concluir as fases de testes e de implementação.

Ainda tem dúvidas?

O Drex vai substituir o real físico?

Não, o Drex não vai substituir o real físico, mas sim complementá-lo, dando mais opções aos consumidores e aos comerciantes. O real físico continuará existindo e sendo aceito como forma de pagamento no país.

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Cecília Bezerra Cecília Bezerra

Cecília Bezerra é formada em Marketing e traz bagagem em Letras. Na meutudo há mais de 4 anos, acumula o mesmo tempo no mercado de crédito. No blog, escreve principlamente sobre Educação Financeira, mas também colabora com outros temas úteis do universo das finanças. No fim, Cecília é a típica geminiana curiosa, que após passar pelos cursos de Direito e Letras, se encontrou no Marketing aqui na meutudo, onde coloca sua criatividade e comunicabilidade todos os dias a serviço do nosso time.

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