O vale-refeição no Brasil atingiu o valor médio de R$649 em 2026, mas esse aumento não foi suficiente para acompanhar o custo das refeições fora de casa, segundo levantamento recente da Pluxee com dados nacionais.
Isso indica que, apesar do valor nominal parecer razoável, a maior parte do mês o trabalhador precisa complementar com recursos próprios para se alimentar fora de casa.
Além disso, as diferenças regionais ampliam a desigualdade no acesso à alimentação: enquanto alguns estados oferecem valores um pouco mais elevados, em outros o benefício se esgota em menos de uma semana.
Entenda mais sobre o impacto do vale-refeição no dia a dia do trabalhador brasileiro a seguir.
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Mesmo com o vale-refeição médio nacional de R$649, o benefício não cobre todo o mês de alimentação fora de casa.
Na prática, ele dura cerca de apenas 10 dias úteis, o que obriga o trabalhador brasileiro a complementar, em média, R$568 do próprio bolso para conseguir pagar as refeições ao longo do mês.
Confira também: Diferença entre Vale-Alimentação e Vale-Refeição
As diferenças regionais deixam esse cenário ainda mais desigual.
O Rio de Janeiro se destaca por apresentar o maior valor médio do vale-refeição e também a maior duração do benefício, conseguindo cobrir mais dias em comparação a outros estados.
Já em Roraima, o valor do benefício é consumido em apenas 7 dias, uma das piores durações do país.
O Amapá, por sua vez, registra o menor valor nominal de vale-refeição, tornando ainda mais difícil manter as despesas mensais apenas com o auxílio.
Mesmo nos estados com valores mais elevados, o vale-refeição ainda está longe de cobrir integralmente as despesas mensais com alimentação fora de casa.
Com o aumento contínuo dos preços, o benefício se esgota rapidamente e obriga o trabalhador a assumir a maior parte desse custo, reforçando o peso da alimentação no orçamento mensal do brasileiro.
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